Israel rompe as "Muralhas de Jericó" novamente após mais de 3.000 anos

Os palestinos pensam que Israel não leva a sério a justiça em relação a violência praticada contra seus cidadãos. Não há terrorista que escape de suas mãos e não há assassino que não seja preso e julgado. Quando não preso é morto pelas Forças de Defesa de Israel.

Israel na última noite rompeu novamente as "Muralhas de Jericó" novamente após mais de 3.000 anos. Quando os agentes ingleses e americanos decidiram abandonar seus postos na prisão de Jericó, onde estavam os bandidos que deram ordem para o assassinato do ex-Ministro de Turismo Rehavam Zeevi, Israel entrou.

Os palestinos não acreditavam que Israel interviria no caso, mesmo previamente avisados de que caso fossem libertos, Israel se sentiria livre até mesmo para eliminá-los. Neste pequeno país onde a lei costuma ser dura para todos, não há chance para atos de barbaridade como este. Por isso, quando menos se esperava, as Forças de Israel cercaram o local com tanques e uma grande força, após horas de cerco, não havia o que fazer, ou saiam ou a prisão seria demolida sobre eles.

O resultado satisfatório já era esperado e as Forças de Defesa, com paciência foram esperando que cada prisioneiro se entregasse, até que por último os assassinos de Rehavam Zeevi também se renderam.

E agora os mesmos serão levados a justiça comum em Israel na qual serão julgados por crime internacional de planejamento e execução de assassinato do Ministro de Turismo. Os anos passam, mas parece que a história aqui volta a se repetir, no passado a Muralha de Jericó era composta de pedras, hoje era composta de terroristas com o sangue de inocentes nas mãos.