Ehud Olmert
Ehud Olmert (em hebraico: אהוד אולמרט; Binyamina, 30 de setembro de 1945) é um político muito renomado e de grande influência em Israel, servido ao país como primeiro-ministro desde 4 de Janeiro de 2006 e deverá deixar o cargo no mês de Março de 2008, ele assumiu o cargo que após um derrame cerebral que sofreu o primeiro-ministro eleito Ariel Sharon. Ehud Olmert foi também ministro da Fazenda, ministro da Indústria e do Comércio, Ministro Trabalho e ministro responsável para a administração das terras de Israel(Sar HaTamat).
Ehud Olmert for prefeito da cidade de Jerusalém por duas cadências, eleito através do partido Likud, e atualmente é membro do partido centrista Kadima que foi fundado por Ariel Sharon.
Em 30 de julho de 2008 após uma série de pressões políticas devido ao seu envolvimento em casos de corrupção, anunciou que não disputaria as eleições primárias do seu partido. Em 21 de setembro de 2008, anunciou sua demissão, levando o pertido a realizar eleições internas. Após a eleição de Tzipi Livni, Ministra das Relações Exteriores, como líder do Kadima. Porém, continuou a exercer seu cargo até as eleições de fevereiro de 2009.
Ehud Olmert também foi o responsável por duas ofensivas diante dos ataques de grupos terroristas contra os cidadãos de Israel, a primeira foi a Segunda Guerra do Líbano e a segunda foi a Operação Chumbo Fundido, contra o governo do Hammas na Faixa de Gaza.
A Carreira de Ehud Olmert
Nascido à época do Mandato Britânico na então Palestina (futuro Estado de Israel), filho de uma família de imigrantes judeus da China, Ehud Olmert formou-se na Universidade Hebraica de Jerusalém em psicologia, filosofia e direito. Exercendo a profissão de advogado por dezenas de anos com sucesso em Israel, partido depois para a carreira política.
Ehud Olmert foi eleito pela primeira vez como deputado do Knesset, o parlamento israelense, em 1973, com vinte e oito anos de idade e foi reeleito sete vezes consecutivas pelo partido Likud. Serviu como ministro sem pasta responsável pelos assuntos relacionados às minorias (1988-1990) e como ministro da Saúde (1990-1992). Entre os anos de 1981 e 1988, foi membro do Comitê de Negócios Estrangeiros e da Segurança e serviu também nos Comitês de Finanças, da Instrução e do Orçamento da Defesa, todas estas atividades durante sua atuação parlamentar.
Entre 1993 a 2003, Ehud Olmert cumpriu dois mandatos como Prefeito de Jerusalém, durante os foi o responsável por grande projetos na cidade e por sua total modernização, dirigindo seu desenvolvimento e melhorando seu sistema educacional além das infraestruturas rodoviárias. Ehud Olmert também foi o responsável pelo projeto que ainda está em andamento do novo sistema ferroviário expresso em Jerusalém, além do metro de superfície que está sendo contruído. Ele aprovou também o investimento de milhões dos shekels no desenvolvimento de opções de transporte público para a cidade.
Olmert foi eleito como membro do décimo sexto Knesset, em Janeiro de 2003. Encabeçou a campanha eleitoral do partido Likud nas eleições legislativas, e a seguir foi o principal negociador do acordo de coligação. Depois das eleições, foi apontado como o vice-primeiro-ministro e ministro da Indústria, do Comércio e do Trabalho. Entre 2003-2004, assumiu juntamente o cargo com de Ministro das Comunicações, realizando uma série de avanços e reformas neste ministério.
Em 7 de Agosto de 2005, Ehud Olmert tomou posse como ministro da Fazenda, substituindo Benjamin Netanyahu, que tinha renunciado ao cargo em protesto contra o Plano de retirada de Israel da Faixa de Gaza, sob o comando de Ariel Sharon. Olmert, que também se opôs inicialmente a qualquer retirada das terras ocupadas na Guerra dos Seis Dias, e votou contra os Acordos de Paz de Camp David em 1978, passou agora a apoiar a retirada da Faixa de Gaza.
Ehud Olmert declarou: Eu votei contra Menachem Begin disse Olmert após a sua nomeação. Eu disse a ele que era um erro histórico, quão perigoso seria, e assim por diante. Agora lamento que ele não esteja vivo para que eu possa reconhecer publicamente sua sabedoria e meu erro. Ele estava certo e eu estava errado. Graças a Deus que nos retirámos do Sinai.
Ehud Olmert foi o primeiro chefe do governo israelense a admitir publicamente que Israel possui armas nucleares, a declaração foi feita durante uma entrevista à televisão alemã, em 12 de dezembro de 2006, causando uma tempestade no meio parlamentar em Israel.
Nos últimos anos a polícia de Israel está investigando-o pelo envolvimento em seis processos de corrupção (e)ou fraudes. Em 4 de dezembro de 2008 livrou-se da acusação de tráfico de influência, por falta de provas, no caso da venda da participação do Estado no Banco Leumi a um grupo financeiro. No entanto ainda são levantadas sobre ele suspeitas de fraude e super faturamento principalmente na época em que era prefeito de Jerusalém e, posteriormente quando era Ministro do Comércio e de Indústria. Devido a tais suspeitas e investigações, Olmert anunciou que não disputaria a reeleição como líder do partido Kadima e que renunciaria ao cargo de primeiro-ministro imediatamente depois que um novo líder fosse escolhido.
Em 17 de Setembro de 2008, Tzipi Livni foi eleita para sucedê-lo na liderança do partido após vencer a Shaul Mofaz por uma pequena margem de votos. Em 18 de setembro de 2008, Olmert foi substituído por Livni na liderança do partido e tentou formar um novo governo, fracassando. Por esta causa novas eleições foram marcadas para fevereiro de 2009.
Em 20 de fevereiro de 2009 o presidente de Israel, Shimon Peres, escolheu a Benjamin Netanyahu para ser o novo primeiro-ministro e pediu-lhe que, até março de 2009, formasse um governo de coalizão. Ehud Olmert permace como Primeiro Ministro até que o novo governo seja formado.
Família
Ehud Olmert é filho do ex-membro da Knesset Mordechai Olmert do partido de direita Herut. É casado com a artista judia alemã Aliza Olmert e tem quatro filhos. Segundo o próprio Olmert, seus antepassados são oriúndos da única família de judeus que vivia na china antes da formação do Estado de Israel.
Saúde
Em 29 de Outubro de 2007 anunciou que sofria de um cancer da próstata, mas continuaria a desempenhar as suas funções governativas. Atualmente, o Primeiro Ministro goza de plena saúde segundo os meios de informação.
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