Hezbollah fracassa contra no soldado número um de Israel

As Forças de Defesa de Israel já haviam declarado a intenção do Hezbollah de se vingar na morte de Imad Mugniyah, que era o responsável pelas operações militares do grupo Hezbollah no sul do Líbano, fato que o grupo acusa Israel de ter sido responsável, ignorando o interesse dos cristãos do Líbano de retirar o terrorista de cena, bem como o interesse de movimentos dentro da Síria que também tinham interesse em sua morte. Mesmo sem ter provas de que Israel é quem estava por trás de sua morte, o grupo vem tentando atingir Israel de alguma forma, desde a última guerra no Líbano e a vergonha que foi imposta a esta nação que encobre seus terroristas. Imad Mugniyah tinha em suas mãos o sangue de centenas de israelenses e não menos o sangue de libaneses cristãos que foram exterminados por seu grupo com a saída das Forças de Defesa de Israel do sul do Líbano em 2000.

Como seria quase impossível que um agente libanês conseguisse entrar em Israel e realizar um atentado grave contra o Estado de Israel, Hezbollah vinha tentando utilizar outros meios para causar impacto em um atentado contra uma autoridade de Israel.

Raui Sultani, 23 anos, residente da cidade de Tira, não muito distante da cidade judaica de Kefar Saba, foi preso e será julgado por crime de espionagem em favor do grupo terrorista Hezbollah. Raui que foi recrutado pelo grupo em uma colônia de férias promovida pelo partido árabe israelense Blaad em Marrocos chegou a declarar aos investigadores de que por decisão própria se ofereceu para prestar informações sobre o local onde o General e Chefe das Forças de Defesa de Israel, Gabi Ashkenazi costuma praticar esporte em sua academia.

Raui Sultani, não teria parado por ai, se encontrou com outro agente posteriormente na Polônia, onde recebeu um CD com informações do Hezbollah e uma conta de email especial para manter contato com o grupo, fato que permitou aos agentes da Polícia de Israel do setor de Crimes Internacionais de conseguirem desincripitar sua conta e obter as informações a respeito de suas operações.

Raui Sultani também costumava fazer ligações e a falar em código, na ocasião em que se encontrou com o agente na Polônia, passou as mãos do Hezbollah informações delicadas como o local da academia, forma de acesso dos associados, os horários de treinamento do General Gabi Ashkenazi e até mesmo as ordens de segurança e os tipos de armas utilizadas em sua proteção.

Segundo especialistas, um atentado como este poderia causar uma grande baixa moral as instituições governamentais e de segurança se obtivesse sucesso. O Setor de Segurança de Israel alerta ainda os israelenses de que o Hezbollah ainda têm o interesse de realizar atentados contra cidadãos fora de Israel, militares e policiais, além disso alerta a população árabe da possibilidade de tentar recrutá-los e os riscos judiciais que virão a sofrer mediante isto.

"Hezbollah está ansioso para se vingar", declarou uma autoridad de segurança de Israel.

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