Negociações que não levam a lugar algum

Nem sempre quando o vento sopra e a nuvens se forma, se tornam escuras é sinal de que a chuva vai descer. Por cerca de anos, esta foi a cena vista nos céus de Israel durante o reinado de Acabe, porém, conforme disse o profeta Elias, ela veio somente no tempo de Deus.

Nos últimos dias há um movimento em Israel e entre aqueles que se chamam palestinos de se moverem em direção a um processo de PAZ que não têm nenhuma base moral, diplomática e histórica, afinal, nunca houve um povo palestino, e se houvessem palestinos de fato, este deveriam ser os judeus que vivem nesta região, pois estes são os naturais e não os árabes que invadiram a região a partir do ano 665.

Se associarmos o número daqueles que falam árabe e que são de origem judaica(cerca de 50%) dos chamados árabes e todo o território de Israel e mais os judeus de Israel, teremos então uma maioria absoluta de descendentes de judeus, cerca de 75% da população de todo o território entre o Jordão e o Mediterrâneo na realidade ou são judeus, ou são descendentes de judeus, então sobre o que negociar?

Palestinos na realidade querem todo o território.

Se perguntarmos a um palestino qual o mapa de seu país, ele apontará para um mapa que inclui todo o território de Israel e Jordânia juntos, daí a conclusão de que não a limite para a imaginação satânica e imperialista pela qual esta população está influenciada.

Erro histórico e diplomático.

Para quem conhece a história de T.E. Lawrence(Lawrence da Arábia) descrita em seu livro "Sete Pilares da Sabedoria" acaba descobrindo que na realidade se tratava dos "Sete Pilares da Mentira". Esta conclusão não está baseada em sua descrição poética dos fatos descritos em seu livro, mas sim no resultado final de sua diplomacia repleta de erros históricos, injustiça e cegueira.

Infelizmente, o resultado desta diplomacia de T.E. Lawrence foi a promessa da Inglaterra e da França a família Hussein(do Rei Hussein), oriundos da península arábica de que os mesmos poderiam considerar a parte oriental de Israel, a região das montanhas de Gileade como parte do Reino da Jordânia sob o governo da família Hussein.

Lawrence que foi torturado e violentado no cativeiro Turco Otomano não escondia o seu desejo de que os estados árabes da região fossem autônomos e independentes indo contra os impérios britânicos e franceses e sucessivamente contra os judeus na região.

Já existem uma nação palestina, a Jordânia.

Basta verificarmos nas estatísticas populacionais da Jordânia para chegarmos a uma triste conclusão, cerca de 80% da população nasceram onde hoje é considerado palestina, mas etinicamente são árabes oriundos do sul da península Arábica(Arábia Saudita e Yemen). O que mais intriga é o fato de que justamente a dinastia de Hussein é quem domina sobre 80% da população e os naturais da jordânia são apenas 18% sendo que 2% são moabitas, os verdadeiros naturais da região.

Mediante estas conclusões, fica claro de que não é necessário a libertação de um país chamado "Palestina" e sim um reconhecimento de que o território da Jordânia nada mais é do que território do "Povo Palestino" que deve ser regido por um governo democrático palestino e não pela elite da família Hussein.

Negociações em troca de facilidades

Nos últimos dias, após a crescente pressão de Israel e dos EUA para que os palestinos entre em ritmo de negociações diretas com Israel, o governo de Mahmod Abbas não exita em pedir facilidades por parte de Israel. Entre as muitas petições, a principal delas é a transferência da autoridade de Território C, que hoje está sob jurisdição e segurança israelense para a segurança palestina.

Queremos lembrar porém, que antes da última Intifada no ano 2.000, a segurança destas regiões estavam sob autoridade palestina, o que levou a morte de milhares de judeus israelenses por parte de terroristas, afinal a autoridade palestina jamais conseguiu cumprir suas promessas de combater o terrorismo. Sendo assim, creio que será impossível haver um avanço real as negociações de paz na região de Israel.

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