Judeus no Yemen sofrem de anti-semitismo estatal.

Esta semana, chegaram em Israel parte das últimas familias que ainda restam no Yêmen devido as constantes ameaças de vida que os judeus vem sofrendo ali no sul península arábica, com a promessa de que o restante já estará a caminho neste novo ano civil.

Desde as grande imigrações de judeus oriundos desta região nos anos cinqüenta, a população de judeus no Yêmen foi reduzida a de poucos milhares e nos últimos anos a somente agumas centenas. Em sua grande maioria eles prosperam no comércio e mantém uma vida religiosa assídua, diferenciando do restante da população.


Ultimamente, este país tem chegado ao auge do anti-semitismo  que já foi demonstrada pelo assassinato de Moshe Yaish Nahari, que era professor judeu que foi baleado a sangre frio por um ex-piloto das forças armadas do Yêmen.

Como prova do anti-semitismo estatal, o tribunal de "justiça" do país declarou que o acusado "não tem condições de ser julgado" e ao invés de condena-lo a prisão deverá pagar uma indenização de cerca de 50 milhões da moeda local, o equivalente a 1 milhão de shekels, ou seja, cerca de 500 mil reais e ficar completamente livre.

As poucas instituições judaicas que ainda restam no Yêmen temem que este ato venha a fortalecer o anti-semitismo, podendo levar a uma onda de atos de terror contra a população judaica. Para evitar um massacre o governo de Israel já determinou que a Agência Judaica(Sochnut) faça todos os esforços possíveis afim de trazer para Israel o restante dos judeus que ainda restaram no Yêmen.


 

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