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A “justiça” da Jordânia publicou uma nota dizendo que a mulher terrorista que ajudou a fazer o ataque suicida em Jerusalém contra a pizzaria Sbarro não vai ser extraditada para os EUA

O Tribunal da Jordânia decidiu que o terrorista Ahlam Tamimi, que foi uma parceira para o ataque no restaurante Sbarro, em Jerusalém, em agosto de 2001, não vai ser extraditada. O tribunal confirmou uma decisão anterior do Tribunal de Recurso, em Amã, capital do Reino da Jordânia.

Na semana passada, o Departamento de Justiça pediu ao governo da Jordânia para extraditar o terrorista que foi liberta em uma negociação para liberar o soldado israelense Gilad Shalit. No ataque os terroristas mataram 15 pessoas pessoas inocentes, incluindo cidadãos americanos, e entre os assassinados estavam sete crianças e uma mulher grávida e outras 130 ficaram feridas no ataque cruel.

A Jordânia com esta decisão está desafiando o novo governo de Donald Trump e pondo em risco suas relações diplomáticas com o Governo dos Estados Unidos.

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Miguel Nicolaevsky

Pesquisador bíblico, escritor, fotógrafo e empresário. Vivendo a mais de 20 anos em Israel de onde dirije o portal de notícias Cafetorah.com. Palestrante em Geografia Bíblia, Exegese do Hebraico e Aramaico Bíblico, Tradutor Simultâneo e Conferencista, tudo por ELE, através dELE e dedicado para ELE.

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