34 anos da Guerra de Yom Kipur
Conheça aqui tudo que aconteceu em uma das mais terríveis guerras sofridas por Israel, onde o país foi atacado no Yom Kipur(Dia do Perdão) a 34 anos atrás, pegando de surpresa milhões que jejuavam e oravam neste importante feriado nacional.
Apesar da batalha, a vitória tardou mas veio, Israel recuperou suas posições antes da guerra e ainda tomou posição estratégica a 40 quilômetros de Damasco capital da Síria.
Cafetorah apresenta aqui um resumo em português da Guerra do Dia do Perdão.
A Guerra de Yom Kipur, Guerra do Ramadan ou Guerra de Outubro, foi um confronto armado armado entre Israel e os países árabes do Egito e Síria sendo mais um dentro do denominado conflito árabe-israelense, que ocorreu durante o mês de Outubro de 1973.
O Egipto e Síria iniciarão vergonhosamente o conflito no dia de Yom Kipur, quando em Israel a maior parte da população praticava o jejum e orações, afim de recuperar os territórios que Israel tomara desde a Guerra dos Seis Dias de 1967. Ambas os lados sofreram graves baixas, mas Israel manteve os territórios conquistados.
Causas da Guerra
No entanto, a União Soviética, que apoio as nações árabes durante as guerras anteriores, havia provido ao Egito novos e modernos materiais militares. Egito e Síria, a través do presidente Hafez al-Assad, tinham o objetivo comum do ataque contra Israel, mas os Sírios não aceitaram, em caso de vitoria, iniciar processo diplomático de paz, nem mesmo reconhecer o Estado de Israel.
Em 1972, Sadat havia nomeado a Ahmad Ismail Ali, Ministro da Guerra. No mesmo ano Leonidas Breznev havía pedido a Sadat que apoia-se una política de moderação por causa do fracasso dos intentos anteriores. Sem sucesso, o Egito de forma cega, se glorificou do apoio soviético. Ismail ascendeu ao cargo de Comandante Chefe dos Exércitos do Egito, Síria e Líbia, em virtude do acordo realizado, criaram a Federação das Repúblicas Árabes, Egito confiou na esperança de que Síria entraria numa ofensiva de grande escala, o que permitiria o triunfo contra Israel. O interesse da Síria não era só o fruto do panarabismo(sonho árabe da conquista mundial através do radicalismo), e sim porque este país vinha recebendo suprimentos soviéticos de armas em grande escala, nem como os Misseis Sam e aviões MiG-21. Em 12 de Junho de 1973, Sadat visitou a Síria e realizou um acordo com Assad para fazerem juntos um ataque "definitivo" contra a nação de Israel. A operação se chamaria Operação Badr (Operação Lua Cheia).
Em 13 de setembro, em um curso de manobras aéreas segundo os Sírios, e para um perseguição, segundo os israelenses, treze caças de de fabricação russa(MIG), da Síria foram derrubados pelas Forças de Defesa de Israel sobre o Mar Meriterrâneo, o que provocou que Assad exigiu do Egito que inicia-se o ataque contra Israel o mais rápido possível.
A Guerra
Em 6 de Outubro de 1973, no dia de Yom Kipur, festa judaica, Egito e Síria lançarão seu ataque contra Israel. A data havia sido escolhida cuidadosamente do ponto de vista tático, em que a maioria da população civil israelense estava jejuando e se encontraria nas sinagogas, os comandos de defesa estariam em número menor, pois muitos estariam de folga neste dia, afim de participar do Yom Kipur. A data tinha mais uma conotação simbólica para os muçulmanos, pois segundo o calendário Muçulmano, em 6 de Outubro, Maomé decidira iniciar a Batalha de Badr, que foi a primeira vitoria muçulmana contra os infiéis da tribo de kuraich.
As Colinas de Golan
A ofensiva Síria
Os caças Sírios MIG 17 invadiram o espaço aéreo israelense as 14:00 horas na região das Colinas de Golan onde começaram a atacar tanques, blindados e posições do Quartel General das Forças de Defesa de Israel na região, principalmente com incursões desde Nafah, Druze e Kuneitra.
O Alto Escalão das Forças de Defesa de Israel concentraram seus esforços bélicos primeiramente na região norte, pois península do Sinai era um tanto ampla que mesmo os egípcios teriam dificuldade em superar, mas as Colinas de Golan, uma faixa relativamente estreita, podería permitir aos sírios uma fácil conquista.
Os primeiros ataques aéreos israelense foram desastrosos frente a defesa antiaérea síria. Os israelense perderam mais de quarenta aviões F-4 Phantom II e A-4 Skyhawk, o que causou a suspensão dos ataques.
O contra-ataque de Israel
Em 8 de Outubro de 1973, comandos blindados israelense iniciaram um contra-ataque para deter o avanço sobre Galileia pela região sul das Colinas de Golan. Se utilizou muito pouco a aviação, em vista as baixas dos primeiros dias, e se empregou a fundo a superioridade dos blindadas israelenses. Em 48 horas de contra-ataque, os sírios se encontravam novamente nas posiciones iniciais antes da guerra, com perdas materiais superiores a 80%.
Na frente norte, a pressão sobre os sírios foi aumentando, com um grande número de baixas. Este abandonaram a Kushniya e foram superados nas trincheiras. A ação persistente de Israel foi surpreendida novamente por um ataque sírio em 9 de Outubro em Kuneitra que durou várias horas. Finalmente, os sírios que necessitavam de suprimentos para manter suas tropas de blindados e veículos de transporte, tiveram que enfrentar a ação da Forças de Defesa, e foram abatidos e superados pelos israelenses. No dia 10 de Outubro, os problemas na frente siria permitiram a aviação israelense atuar destruindo diversas unidades sirias isoladas causando um grande numero de baixas e perdas de equipamento. As poucas forças restantes se retiraram para fronteiras anteriores ao início da guerra. No dia 8 de Outubro, a aviação israelense havía atacado pontos estratégicos do Alto Comando sírio em Damasco, em resposta aos mísseis Rana-7 que los sírios havían lançado sobre a população israelense.
A moral siria havía caído desde então. Em 11 de Outubro, forças blindadas de Israel haviam penetrado até o coração da Síria pelo lado Norte, tomando o monte Hermon, avançando em direção a capital, Damasco. Por causa do avanço rápido das tropas israelense, tropas iranianas cruzaram a fronteira afim de apoiar o exército sírio, as quais foram rapidamente eliminadas na região estratégica de Tel Shams, mesmo tendo recebido apoio de unidades blindadas da Jordânia.
Por causa destas novas posições, Israel estava situado somente a 40 quilômetros da capital da Síria, ameaçando-a até mesmo com a sua artilharia blindada, sem a necessidade de aviões de combate.
A ofensiva egípcia no Sinai
Após a infantaria, as forças de construtores e engenheiros egípcios conseguiram abrir uma abertura de quarenta metros através do muro de contenção e defesa, estabelecendo a comunicação das vias do Canal com dezenas de transportes fluviais e outras tantas pontes. Durante a noite cinco divisões de infantaria conseguiram atravessar o Canal de Suez com mais de quinhentos carros de combate. O objetivo egípcio era tomar posições na península na costa, não era possível o avanço dos blindados. Para apoiar a ofensiva, os helicópteros vinha atacando por trás as posições israelenses.
Contra-ataque israelense no Sinai
Em 14 de Outubro cerca de quinhentos blindados egípcios iniciram seu avanço sobre todo o centro e a costa sul da península, sendo enfrentados em toda a região pelos israelense que, conhecendo os planos inimigos e certa falta de equipamento e munição, preferiram esperar. A arriscada operação obrigou a um recuo egípcio com mais de duzentos blindados abatidos pelas Forças de Defesa de Israel. Esta situação favoreceu finalmente um contra ataque israelense sem precedentes.
Ao lado o general Ariel Sharon na época das batalhas.
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Acompanhei a agressão Árabe durante o Yom Kipur, pelo rádio, qdo estudante em Belo Horizonte. Sabia pela profecia que, não era hora de ninguém vencer sobre Israel. Não era a hora do rei do norte, e os agressores não possuiam as suas características. Estava apreenssívo com o avanço das tropas Árabes, pois inicialmente a mídia da época dava a entender que Israel poderia sucumbir. Mas eu tinha certeza que o Senhor da história, iria agir a qualquer momento, dando ação às Suas palavras colocadas na "pena" dos profetas. Aí, fui testemunha auricular das palavras de Golda Meir: "Agóra vão comer o pó pela intromissão", referia-se ao ataque desleal durante o Yom Kipur. Senti, naquele instante, que as tropas de Yisrael já tinham se recuperado do trauma do ataque surprêsa. A partir de então a mídia e o mundo, mais uma vez estupefatos se davam conta de que a situação se invertia a cada novo boletim informativo. Mais uma vez todos os servos de Altíssimo puderam se alegrar com o seu D'us. Assim,a nossa fé em Yeshua vai se confirmando a cada dia, a cada fato, a cada milagre, a cada prodígio que D'us realiza aos olhos e aos ouvidos distraídos do mundo. Certamente, não estão, nem estarão distraídos os olhos e os ouvidos dos servos do D'us de Yisrael; o D'us altíssimo; o Criador de todas as maravilhas da terra e do universo; o que chama à existência algo que não existe mais. Adorado seja o Senhor, que nesta travessia desértica, de dia guia o seu povo com uma nuvem, e à noite com fogo.