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Israel diz não a extorsão do Hamas
sab, 09/01/2010 - 20:09 | by Diretor do Cafetorah
É verdade que a sociedade israelense deseja ver de volta o soldado que está em cativeiro do Hamas, Gilad Shalit. Porém parece que cada vez mais a liderança do governo compreende que há limites na extorsão que o grupo terrorista do Hamas está fazendo afim de liberar o soldado.
É verdade que qualquer pessoa viva em Israel pode valer a vida de milhares do lado palestino, infelizmente eles santificam a morte e não a vida, porém, liberar centenas de terroristas na Faixa de Gaza e os mais perigosos, verdadeiros assassinos de crianças, homens e mulheres que foram mortos somente pelo fato de serem judeus, seria por em risco a vida de muitos outros em um futuro breve.
Todos nós em Israel já sabemos que as estatísticas não mentem, a maior parte de pessoas que estavam envolvidas com terrorismo antes de serem presas, continuam envolvidas com ele, e após a libertação, tendem a voltar à prática do terrorismo, este foi o caso em dezenas de vezes, e nas negociações do caso "Negócio de Jebril" foi o que deu força a primeira Intifada Palestina contra Israel.
Gilad Shalit, que já está em cativeiro por 1294 dias, mediante a recusa das condições mínima de Israel, deverá permanecer muito mais tempo ainda nas mãos do Hamas, tendo a sua em um risco constante.
O governo de Benjamin Nataniyahu aceitou liberar mais de 400 terroristas em troca do soldado israelense, porém se recusou a permitir a entrada dos terroristas mais perigosos na região da Cisjordânia, pois caso viesse ceder, isto poderia representar o fim do governo da Fatah(Autoridade Palestina atual), e o declínio dos mais moderados e o início de uma nova onda terror e violência em israelenses e palestinos.
Mediante a possibilidade da onda de terrorismo, o governo de Israel aceitou a liberação dos terroristas, porém pôs a restrição de que os mais perigosos deles fossem deportados para fora do país ou para a Faixa de Gaza.