O preço de uma vida
Nestes dias estão sendo realizadas negociações para a libertação do soldado israelense Gilad Shalit que está nas mãos de terroristas a cerca de um ano.
Qual é o preço de uma vida? Enquanto para os palestinos a vida não tem valor algum, pois são capazes de enviar seus filhos para a morte em atentado suicidas, em Israel o valor é alto, diria altíssimo.
Segundo fontes do governo do Hamas, a lista de prisioneiros a serem libertos por Israel é de 1.300 nomes em três etapas. Será que o governo brasileiro seria capaz de pagar um preço como este? Creio que a resposta é mais do que clara.
Risco de onda de violência
Com a libertação de milhares envolvidos no terrorismo, o risco de uma revanche de terror é grande, pois agora o estímulo dos terroristas será ainda maior. Eles agora saberão que basta levar a cativeiro um israelense que poderão libertar a todos, mesmo os envolvidos em crimes pesados e condenados a mais de 20 anos de prisão.
Quem lucra é a família do sequestrado, que felizmente o recebe de volta, bem como as famílias dos terroristas, mas quem perde com isso são as sociedades israelense e a palestina que perdem a moral da justiça e estão se afogando entre dois governos corruptos moralmente, socialmente e principalmente espiritualmente.
Se este método de terror prevalecer, isto poderá selar mais uma década de conflitos sem fim, onde as principais vítimas são pessoa inocentes que simplesmente querem trabalhar e viver uma vida tranquila em ambos os lados da fronteira.
Amados, orem para que a Justiça de Adonai venha sobre os ímpios no Oriente Médio e que a palavra de Adonai chegue a todos os cantos da Terra Santa, transformando sua população em nascidos de novo, não pela carne, mas pelo Espírito de Adonai.
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