A História Contemporânea de Israel.

Cafetorah.com publica aqui uma cópia na integra da História de Israel segundo a Wikipédia. Aqui o navegante pode ter uma noção real da hitória contemporânea da nação de Israel, marcada por muitas batalhas, tristezas e alegrias. Para ter uma noção da história completa e resumida da não de Israel, clique no link abaixo. Resumo da História Completa de Israel desde os tempos antigos. História de Israel Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Em uma reunião da Assembleia Geral da ONU realizada em 29 de Novembro de 1947 se decidiu pela divisão da Palestina em dois estados, um judeu e outro árabe que deveriam formar uma união económica e aduaneira. A situação gerou rebeliões por toda terra que logo eclodiram na chamada Guerra da Independência. Na sexta-feira, 14 de Maio de 1948, algumas horas antes do término do mandato britânico sobre a Palestina (o horário do término do mandato foi determinado pela ONU para as 12:00 do dia 15 de Maio de 1948) - Ben Gurion declarou a criação do Estado de Israel. Nesse momento se iniciou a segunda parte da Guerra de Independência: os exércitos do Egito, da Síria, da Jordânia e do Iraque se juntaram para guerrear, e depois de meses de longas batalhas, em 1949 foi assinado um acordo de cessar fogo e se definiu as novas fronteiras do país, o que foi chamado de a Linha Verde. Essa linha manteve seu aspecto até 1967. O brasileiro Osvaldo Aranha, membro da ONU, teve papel importante na criação do novo estado. Tabela de conteúdo * 1 A unificação do reino * 2 Sionismo * 3 Partilha da Palestina * 4 Guerras * 5 Invasão do Líbano * 6 Intifada * 7 Acordo de paz * 8 Assassinato de Rabin * 9 Governo do Likud * 10 Denúncia de corrupção * 11 Novo líder trabalhista * 12 Localidades históricas: * 13 Documentos A unificação do reino Pressionadas pelas constantes guerras com os vizinhos, as tribos judáicas unificam-se sob o comando de Saul, por volta de 1029 a.C. Davi o sucede, em cerca de 1000 a.C., e expande o território de Israel, que alcança seu apogeu sob Salomão, entre 966 a.C. e 926 a.C. Com a morte de Salomão, um período de crise põe em xeque a sobrevivência da própria nação judáica, possibilitando sua conquista por vários povos (babilônios, assírios, persas, gregos e romanos). Jerusalém é destruída pelo general romano Tito, em 70 d.C. Expulsos de seu território, os judeus dispersam-se pelo mundo (diáspora judáica). Em 636, os árabes ocupam a Palestina e convertem a maioria de seus habitantes ao islamismo. Após sucessivas invasões, a região é dominada pelos turcos e incorporada ao Império Turco-Otomano por longo período, de 1517 a 1917. Sionismo O atual estado de Israel tem sua origem no sionismo (de Sião, colina da antiga Jerusalém), movimento surgido na Europa no século XIX que prega a criação de um estado onde os judeus possam viver de forma livre e sem perseguições. Seu ideólogo, Theodor Herzl, não excluiu a hipótese de formar esse estado na Palestina, mas outros territórios (como a Argentina ou o Uganda) foram considerados. Herzl organiza na Basiléia, Suíça, o primeiro Congresso Sionista, que aprova a formação de um estado judaico na Palestina. Em 1898, é criado o Banco Nacional Judaico; em 1901, o Fundo Nacional Judaico. Estas instituições financiarão o movimento de colonização da Palestina (na época uma província do Império Otomano de maioria árabe) por judeus da Europa Oriental, onde o anti-semitismo era mais intenso. Em 1909 é criado o primeiro kibutz (colônia agrícola de caráter comunitário) e junto à velha cidade árabe de Jafa, nasce uma nova cidade judaica, Telavive. A Palestina é ocupada pelo Reino Unido durante a I Guerra Mundial, com a retirada dos turcos. Em 1917, o chanceler britânico, Arthur Balfour, declara o apoio de seu país ao estabelecimento de um lar nacional dos judeus na Palestina, sob a condição de ser respeitados os direitos das comunidades não-judáicas ali existentes. Três anos mais tarde, o Reino Unido recebe um mandato da Liga das Nações para administrar a Palestina e a Transjordânia. Mas, sob a égide britânica, agravam-se os conflitos com as comunidades árabes, que possuem anseios nacionais próprios e sentem-se ameaçadas pelo sionismo. A perseguição aos judeus pelo regime nazista de Adolf Hitler, a partir de 1933, intensifica a migração para a Palestina. A administração britânica tenta conciliar os oponentes, limitando a admissão de judeus. Mas a entrada de imigrantes clandestinos continua. Entre 1936 e 1939, uma guerra civil explode entre árabes e judeus, que organizam sozinhos a sua defesa com a criação da Haganah. Durante a II Guerra Mundial prosseguem as hostilidades na Palestina. Os ingleses são alvo de ataques de grupos armados sionistas (Irgun e Stern), em represália à política britânica contrária à imigração de judeus que fogem da perseguição nazista. Com o fim da guerra, a notícia do extermínio de cerca de 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, o Holocausto, aumenta o apoio internacional à criação de um Estado judaico. Partilha da Palestina Encerrado o conflito mundial, os ingleses retiram-se e delegam à ONU a tarefa de solucionar os problemas da região. Sem uma consulta prévia aos árabes, em 1947 a ONU vota a favor da divisão da Palestina em dois Estados: um para os judeus, outro para os árabes. A cidade de Jerusalém deveria constituir uma zona administrada pela comunidade internacional. Alguns líderes judeus aceitam o plano, mas outros, como David Ben Gurion, recusam-no, pois ambicionam criar um grande estado israelita. O plano será igualmente rejeitado pelos líderes palestinianos e pela Liga Árabe. Em 14 de Maio de 1948 é proclamado o estado de Israel, que tem David Ben-Gurion como primeiro-ministro. Países árabes enviam tropas para impedir sua criação. A guerra termina em Janeiro de 1949, com a vitória fulminante de Israel, que passa a controlar 75% do território da Palestina, um terço a mais do que o determinado pela ONU. O restante da área da Cisjordânia é incorporado à Jordânia. A cidade de Jerusalém é dividida em dois sectores, um ligado a Israel e outro à Jordânia. Intimidados, cerca de 800 mil árabes fogem de Israel. Em janeiro de 1949, Israel realiza suas primeiras eleições parlamentares e aprova leis para assegurar o controle religioso e educacional, além do direito de retorno ao país para todos os judeus. A nacionalidade israelita será definida pelo facto de se ser judeu. A economia floresce com o apoio estrangeiro e remessas particulares. Em 1956, Israel aproveita a crise do Canal de Suez e alia-se à França e ao Reino Unido para atacar o Egito na península do Sinai e na Faixa de Gaza. Por intervenção da ONU, e sob pressão dos EUA e da URSS, as tropas israelenses retiram-se da região. Em 1964, uma reunião de chefes de Estado árabes, no Cairo, cria a Organização para a Libertação da Palestina (OLP). Guerras O acúmulo de tensões entre árabes e israelenses leva a uma segunda guerra. Israel ataca o Egito, a Síria e a Jordânia em 5 de junho de 1967. O episódio, conhecido como Guerra dos Seis Dias, termina em 10 de junho com a vitória de Israel e a conquista do Sinai, da Faixa de Gaza, da Cisjordânia, das Colinas de Golã, na Síria, e da zona oriental de Jerusalém, que é imediatamente anexada ao Estado israelense. O terrorismo palestino contra Israel intensifica-se a partir da eleição para a presidência da OLP, em 1969, de Yasser Arafat, chefe da organização guerrilheira Al Fatah. Em represália, a aviação israelense faz constantes bombardeios na Síria e no Líbano, onde a OLP mantém bases militares. Uma nova guerra eclode em 6 de outubro de 1973, o feriado judaico do Yom Kipur (Dia do Perdão). Num ataque-surpresa, tropas do Egito e da Síria avançam no Sinai e em Golã, mas são repelidas dias depois. Os EUA e a URSS obrigam Israel a interromper a contra-ofensiva. Os árabes descobrem no petróleo uma arma de guerra: usando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), boicotam o fornecimento aos países que apóiam Israel e provocam pânico mundial com o aumento do preço dos seus derivados. Em maio de 1977, a coligação liderada pelo Likud (partido conservador) ganha as eleições em Israel, depois de três décadas de hegemonia trabalhista. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, estimula a instalação de colonos israelenses nos territórios árabes ocupados durante a Guerra dos Seis Dias. Em novembro, o presidente egípcio Anuar Sadat faz uma visita a Jerusalém, o que é visto como um tácito reconhecimento do Estado de Israel. A iniciativa abre caminho para os acordos de Camp David, nos EUA (1978-1979), assinados por Begin e Sadat, com mediação do presidente norte-americano Jimmy Carter. Israel inicia a retirada do Sinai, que é devolvido ao Egito em 1982. O mundo árabe repudia os acordos de Camp David e expulsa o Egito da Liga Árabe. Invasão do Líbano Em junho de 1982, o Exército israelense invade o Líbano e cerca Beirute, onde fica o quartel-general da OLP. Um acordo obtido por americanos, europeus e árabes sauditas permite, porém, que os guerrilheiros palestinos deixem Beirute. Em 16 de setembro de 1982, milicianos cristãos libaneses, aliados de Israel, massacram milhares de palestinos nos campos de refugiados de Sabra e Chatila, em Beirute. Trata-se de uma operação de vingança ao atentado que matara, dois dias antes, Bachir Gemayel, o recém-eleito presidente libanês. Em 1983, os israelenses começam a deixar o sul do Líbano, palco de ataques freqüentes dos xiitas libaneses. A retirada só se completa em 1985, mantendo ainda controle de uma estreita faixa de território próxima da fronteira. Novas eleições, em 1984, terminam empatadas entre o Likud e os trabalhistas. Um acordo estabelece o revezamento no cargo de primeiro-ministro entre os líderes dos dois partidos. O trabalhista Shimon Peres governa até 1986 e o conservador Yitzhak Shamir, nos dois anos seguintes. Intifada Em 9 de dezembro de 1987 eclode a rebelião palestina (a "revolta das pedras") nos territórios ocupados e no setor árabe de Jerusalém, conhecida como Intifada. Israel reprime e sofre condenação da ONU. A opinião pública começa a se tornar favorável à OLP. Após as eleições de 1988, Likud e trabalhistas formam uma coalizão para compor o gabinete. Divergências quanto à colonização dos territórios ocupados provocam o rompimento da coalizão. No início de 1990, Shamir forma um novo governo conservador, em aliança com pequenos partidos religiosos, e rejeita pressões para negociar com os palestinos. Em janeiro de 1991, durante a Guerra do Golfo, Israel é bombardeado com mísseis Scud lançados pelo Iraque. A pedido do governo norte-americano, o país não revida, evitando romper a coalizão anti-Iraque, que incluía países árabes. Acordo de paz As pressões dos EUA por um acordo entre Israel e seus vizinhos árabes intensificam-se após a Guerra do Golfo. Mas o processo de paz inaugurado em Madri, em outubro de 1991, não avança durante o governo Shamir. O impasse começa a ser rompido com a vitória, nas eleições de junho de 1992, dos trabalhistas liderados por Yitzhak Rabin, que defende negociações com os palestinos com base no princípio de "terra em troca de paz". Em setembro de 1993, após meses de negociações secretas na Noruega, Israel e OLP assinam um acordo de paz, em Washington, reconhecendo-se mutuamente. Fica acertada a retirada israelense, a partir do ano seguinte, da maior parte da Faixa de Gaza e de Jericó, na Cisjordânia, locais onde os palestinos conquistam relativa autonomia. Em 1994, Israel e OLP levam adiante as negociações sobre a autonomia palestina na Cisjordânia. Entre fevereiro e outubro, porém, judeus e árabes que se opõem ao processo de paz realizam uma série de atentados. Mesmo assim, o cenário de distensão no Oriente Médio é reforçado com a assinatura de um acordo de paz entre Israel e Jordânia em 26 de outubro de 1994. No início de 1995, dois militantes suicidas do Hamas explodem bombas num ponto de ônibus em Netanya. Morrem 21 judeus. Em resposta, o governo israelense fecha a fronteira, impedindo milhares de palestinos de trabalhar no país. Em março, Israel e OLP retomam as negociações. Finalmente, em 24 de setembro, firmam o acordo que prevê a retirada israelense de áreas urbanas da Cisjordânia – as cidades de Jenin, Nablus, Tulkarm, Qalqylia, Ramallah, Belém e partes de Hebron. Com exceção desta última, a retirada ocorre ainda em 1995. Assassinato de Rabin Os avanços em direção à paz acirram as divisões na sociedade israelense. Para reforçar sua posição política, Rabin lidera uma grande manifestação pela paz, em Telaviv, em 4 de novembro de 1995. Na saída do comício é assassinado por um extremista judeu, Yigal Amir, de 25 anos, que é condenado à prisão perpétua em março de 1996. O Likud, é criticado por ter tolerado e até incentivado a retórica extremista. Dez dias depois do crime, o chanceler Shimon Peres, arquiteto do plano de paz, assume o governo e mantém o curso do processo. Nova série de atentados entre fevereiro e março de 1996 mata 60 pessoas em Israel. A popularidade de Peres despenca. Ele reage com duras medidas de segurança. Em abril ordena uma retaliação a ataques da milícia xiita libanesa Hezbollah ao norte de Israel. Uma ofensiva aérea no sul do Líbano provoca a morte de dezenas de civis e o êxodo de meio milhão de libaneses. Governo do Likud Nas eleições de 29 de maio, Peres perde o cargo de primeiro-ministro para o novo líder do Likud, Benjamin (Bibi) Netanyahu. O processo de paz é refreado. Em 17 de julho, Netanyahu enfrenta uma greve geral em protesto contra a política de cortes orçamentários. Em agosto, o governo revoga o decreto que proibia a expansão de colônias judaicas na Cisjordânia e aprova a construção de 1,8 mil casas na colônia de Kiryat Sefer. Fecha o escritório da OLP em Jerusalém e manda demolir uma casa mantida pela Autoridade Palestina na cidade. Como resposta, os palestinos reeditam a Intifada em setembro. O estopim do novo conflito é a retomada da construção de um túnel que une a Via Dolorosa, o caminho que Jesus teria feito ao ir para a cruz, ao Muro das Lamentações, principal santuário do judaísmo, passando sob a Mesquita de Al-Aqsa, o terceiro lugar mais sagrado do islamismo. O conflito causa a morte de 50 palestinos e 18 israelenses. Em dezembro de 1996, o gabinete israelense insiste na instalação de colônias judaicas nos territórios ocupados de Gaza e da Cisjordânia e aprova plano de incentivos com esse objetivo. Em janeiro, finalmente é concluído um acordo com a Autoridade Palestina sobre a retirada de tropas da cidade de Hebron. É o primeiro avanço do processo de paz desde a chegada de Netanyahu ao poder. Os últimos soldados devem deixar a cidade em agosto de 1998. Em conseqüência do acordo, Israel liberta alguns prisioneiros palestinos. Entre eles é solta, em 11 de fevereiro, a brasileira Lamia Maruf Hassan, que cumpria pena de prisão perpétua por ter participado do seqüestro e da morte de um soldado israelense em 1984. Ela é deportada para o Brasil em seguida. Denúncia de corrupção Em fevereiro, o primeiro-ministro Netanyahu é acusado de corrupção, com denúncias de ter barganhado o apoio do partido religioso Shas ao acordo de retirada de tropas de Hebron, prometendo a indicação de Roni Bar-On para o cargo de procurador geral. Bar-On, um advogado pouco conhecido, renuncia 12 horas após a eclosão do escândalo. Segundo uma emissora de TV, ele havia se comprometido em pedir o arquivamento do processo contra o líder do Shas, Aryeh Der'i, em que este é acusado de suborno e fraude. Numa decisão sem precedentes, a polícia pede em abril o indiciamento de Netanyahu, mas o procurador geral e a fiscal do Estado rejeitam o pedido por falta de provas. No final de fevereiro, o governo aprova a construção de 6,5 mil moradias para judeus no setor árabe de Jerusalém. A decisão provoca protestos. Choques com soldados israelenses deixam 150 palestinos feridos. O processo de paz estanca novamente. Os ministros de Exterior da Liga Árabe recomendam o congelamento de relações com Israel. O clima de animosidade piora com o atentado a um ônibus de meninas israelenses, por um soldado jordaniano, na fronteira dos dois países em 13 de março. Sete meninas entre 12 e 14 anos são mortas. Após dez meses de silêncio recomeçam em março os atentados a bomba por palestinos suicidas do grupo fundamentalista islâmico Hamas contra alvos israelenses. Em julho, terroristas suicidas matam 13 pessoas e ferem 170, ao explodir duas bombas no mercado judaico de Jerusalém. É o pior atentado desde março de 1996. O Hamas nega a autoria. Em setembro, três integrantes desse mesmo grupo detonam uma bomba na Ben Yehuda, movimentada rua de pedestres de Jerusalém, matando quatro pessoas, além dos autores do atentado, e ferindo outras 190. O governo israelense, em represália, bloqueia temporariamente o acesso aos territórios palestinos autônomos. Novo líder trabalhista Em junho de 1997, os Estados Unidos reconhecem Jerusalém como a capital de Israel. Os palestinos protestam. No mesmo mês, o Partido Trabalhista de Israel troca sua liderança: Ehud Barak, ex-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e protegido político de Itzhak Rabin, vence o pacifista Yossi Beilin, candidato do ex-primeiro-ministro Shimon Peres. Barak, com um perfil mais parecido com o de Rabin, é o favorito em pesquisas para as eleições contra o primeiro-ministro Netanyahu, do Likud, em princípio marcadas para o ano 2000. Em 24 de junho, Netanyahu sobrevive a uma moção de desconfiança no Parlamento, por 55 votos a 50. Cinco dias depois, 40 mil pessoas protestam contra o governo em Telaviv, pedindo eleições antecipadas. Em outubro, o presidente Ezer Weizman cancela uma visita à China programada para o final do ano, por prever a queda do governo a qualquer momento. Uma nova crise ocorre com a fracassada tentativa do serviço secreto de envenenar um líder do Hamas na Jordânia, em outubro. Os agentes israelenses são presos e obrigados a revelar o antídoto. Em troca da devolução de seus agentes, Israel liberta o xeque Ahmed Yassin, fundador do Hamas. Ao retornar a Gaza, Yassin, tetraplégico e quase cego, propõe uma trégua nos atentados se Israel devolver todos os territórios e concordar em extinguir todas as colônias judaicas na Palestina. Embora intransigente, é o primeiro sinal de disposição do Hamas para negociar com Israel. Em 3 de dezembro, 700 mil trabalhadores fazem greve contra o programa governamental de privatizações e aposentadorias, paralisando aeroportos, portos, bancos, empresas estatais e parte dos serviços públicos. Localidades históricas: Jerusalém, Cidade Santa, Esplanada do Templo, Muro das Lamentações, Mesquitas, Museu de Israel (onde estão os Manuscritos do Mar Morto), Maquete de Jerusalém no tempo de Cristo, Monte das Oliveiras, Capela da Ascensão, Igreja do Pater Noster, Jardim Getsemani, Basílica da Agonia, Gruta da Traição, Túmulo da Virgem, Porta de Santo Estevão, Igreja de Santa Ana, Piscina Probática, Lithostrotos, Arco Ecce Homo, Via Sacra, Santo Sepulcro. Geralmente, visitantes têm idéias pré concebidas sobre religiões ou política. Por toda sua fama, Jerusalém é uma pequena cidade com várias faces. Carregada de história, a cidade tem muito à oferecer, como o terceiro lugar mais santo para os muçulmanos, o Haram al-Sharif (de onde Maomé aos céus), os lugares santos cristãos, e ainda, os lugares santos para os judeus, o Muro das Lamentações. Diretor do Cafetorah.com

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