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O Livro de Zohar, uma grande Farsa
18/11/2007 - 09:34 — Diretor do Cafetorah
Este é um resumo da pregação e orígem do Livro de Zohar, O Explendor, o mais importante livro da Kaballah, sua orígem falsa e seu autor. O Resumo é uma obra da Wikipedia e pode ser lido aqui no Cafetorah.com. O Zohar (do hebraico זהר "esplendor") é considerado como um dos trabalhos mais importantes da Cabalá, no misticismo Judeu. Trata-se de comentários místicos sobre o Torá (os cinco livros de Moisés) escrito em Aramaico medieval e Hebraico medieval. Contém uma discussão mística sobre a natureza de Deus e considerações sobre a origem e estrutura do universo, a natureza das almas, pecado, redenção, o bem e o mal, e diversos temas relacionados. O Zohar não é um livro, mas um grupo de livros. Estes livros incluem interpretações bíblicas assim como matérias sobre teologia, teosofia, cosmogonia mística, psicologia mística, e também o que alguns poderiam chamar de antropologia. Origem De acordo com o historiador religioso do século XX , Scholem de Gershom, a maior parte do Zohar foi escrito num estilo excêntrico e exaltado de Aramaico, uma linguagem que foi falada em Israel durante o Período romano nos primeiros séculos da Era atual. O Zohar teria aparecido primeiro na Espanha, no século XIII, e foi publicado por um escritor Judeu chamado Moses de Leon.[1] Scholem, baseado em contos contemporâneos de De Leon e em evidência com os textos do Zohar (sintaxes do idioma espanhol por exemplo) concluiu que De Leon seria o autor original das traduções. De Leon atribuiu este trabalho a um rabino do segundo século, Shimon bar Yochai, uma lenda judaica durante o tempo da perseguição romana. O Rabino Shimon teria se escondido em uma caverna por 13 anos, estudando a Torá com seu filho, Elazar [2]. Ele diz que durante este tempo foi inspirado por Deus para escrever o Zohar, permanecendo oculto durante muitos séculos e,somente no Século Treze foi publicado e disseminado por Moshe de Leon . A suspeita de que o Zohar teria sido encontrado por uma pessoa - Moses de Leon - onde faz referências a acontecimentos do período pós-Talmúdico, foi a causa inicial sobre o questionamento da autenticidade deste trabalho. Uma história conta que após a morte de Moses de Leon, um homem rico de Avila chamado Joseph ofereceu a viúva de Moses (que após o falecimento do marido não tinha nenhuma forma de sustento) uma grande soma de dinheiro pelo original que seu marido havia feito uma cópia. Na época confessou que seu marido seria o autor do trabalho. Ela disse que várias vezes havia perguntado o por que dele creditar os próprios ensinamentos a outro, e ele sempre respondia que as doutrinas de Shimon bar Yochai colocadas publicamente poderiam ser um trabalho milagroso, e também uma rica fonte de lucro. A história indica que pouco depois das primeiras publicações do trabalho os créditos foram dirigidos como se Moses de Leon os tivesse escrito.
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Comentários
Tanach(a Bíblia), Única regra de fé e prática.
A recomendação do Apostolo Paulo, na Brit`Hadasha(chamado novo testamento), no amor de Yeshua, exorta a todos os que buscam com sinceridade o Reino do Eterno, a possuirem uma única regra de fé e prática,a Tanach(A Bíblia). Podemos ler, estudar, e questionar outras fontes do conhecimento humano, e isto é correto e saudável, se com a finalidade de produzir bons frutos. Porém a respeito das coisas lá do alto, só possuem autoridade legítima, as palavras escritas na Tanach. Nunca ví ninguém cometer algum erro, seguindo suas orientações, pois é a luz de D´us incidindo sobre as trevas de todo o homem. "Assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os Meus Pensamentos, mais altos que os vossos pensamentos".
Imaginem o volume de conhecimentos tanto da cultura Judaica, quanto Romana e Helenistica, dos quais Paulo abdicou, após ter o seu primeiro encontro espiritual com Yeshua. Tudo indica, que Paulo, era um dos poucos privilegiados da época, que podia frequentar estes treis grandes nichos do desenvolvimento humano: a cultura Romana, Grega e a Judaica. Ninguém em sã conciência compararia estas culturas a um licho. Paulo o fez, mas entendam, em comparação com o conhecimento que passou a ter, após ser práticamente "atropelado espiritualmente" por Yeshua. Paulo, passou então a aquilatar todo o seu conhecimento milenar, baseando-se nas unidades de peso de Yeshua: sistema de unidade de pesos e medidas celestiais. A sua visão se alargou a tal ponto, que tornaram-se ínfimas as coisas terrenas. Então D´us tratou de alargar mais ainda a visão de Paulo, levando-o em espírito, até ao terceiro céu, onde viu maravilhas tais que não achou correto nos contar, pois não resistiríamos. De certa forma, na medida que D´us conceder, o mesmo preciza acontecer conosco, senão ficará difícil entrar-mos no Reino de Yeshua, agarrados à nossa verdadeira religião: Nossa tralha de conhecimentos.
Assim, que o Eterno nos abençoe a todos aqui do CafeTorah.
OBS: Acidentalmente enviei estes comentários 2 vezes, me desculpem.
(Sem título)
Talvez opiniões contrárias superficiais
Ha muito no Zohar que nem sequer foi citado, aliás partes muito importantes, no comentário inicial que aparentemente partiu de quem não tem a noção razoável do que ele significa. As questões sobre autoria de escritos judaicos muitas vezes está afetada da opinião de autores que escreveram textos em nome de outros até mesmo por "humildade", aliás esta tem sido a opinião de muitos mestres e nem todos judeus. Gostaria de citar por exemplo as diferenças entre Cronicas e Reis no assunto sobre Salomão e Irão. Evidemente o autor das cronicas não conseguiu admitir que o grande Shlomo haMelekh cederia algumas cidades como pagamentos. Se começarmos a procurar defeitos nesse tipo de escritura, como o Zohar que não é bem um grupo de livros mas sim um grande compêndio de vários assuntos que envolvem não apenas o misticismo, pelas mesmas razões será necessário investigar não tão profundamente as discrepâncias existentes no Novo Testamento. Penso que o comentário atual foi proposto por leigos que nem ao menos deram uma lida superficial sequer no índice de assuntos da obra, uma vez que pelas dimensões uma análise mínima deveria levar um bom tempo e pesquisas em muitos outros textos também da tradição judaica. Penso sinceramente que o tal comentário teve origem em bravatas de algum púlpito cuja análise da obra também fora superficialíssima, preoceituosa e sectária. Infelismente muitos comentadores não são exatamente comentadores mas sim pregadores do contrário e isso é uma pena pois todos perdem em aprender algo útil. Não ha nenhuma prova quanto a Deidade e a Messianidade de Jesus ou Iechua e no entanto nenhum dos cristão admite isto, contudo não exitam em criticar outras obras de igual complexidade e origem utilizando os mesmos parâmetros.
Paulo
Muito bem, Paulo. É
Muito bem, Paulo. É impossível fazer uma pesquisa séria tendo por base a wikipedia, que qualquer pessoa pode acessar e alterar de acordo com o que pensa, sem se preocupar necessariamente com a veracidade dos fatos.
Não faça aos outros o que não gostaria que lhe fizessem. - Stan Lee
Superficial? Não!!!
Procure as referências citadas pela Wikipedia, estas não são superficiais, são coerentes, não julgue o que foi publicado, pois nos preocupamos com fontes que sejam coerentes. A questão da Cabala é uma questão de fé, crê quem quer, assim como crê na Bíblia quem quer, cada um deve escolher sua fonte de referência, mas não há compatibilidade entre as Escrituras Sagradas conhecidas como a Biblia e o Zohar, qualquer tentativa de parafrasar ou paradoxar será um fracasso total em literatura, em ética, mas principalmente espiritual.
O texto é vago apesar do
O texto é vago apesar do título forte. Não mostra nenhuma comprovação do que está dizendo, citando nomes mas não fontes. Além do mais, intitular um trabalho como o Zohar como falso por ser dúbia a sua origem é absurdo, seria o mesmo que duvidar da Tora por não se saber se foi escrita por Moshe ou compilada ao longo do tempo... não se tem provas históricas, bem como a importância do conteúdo não diminui este motivo.
Farsa e não Falso.
Caro Aton, declaramos o Zohar como farsa e não como falso, apesar de que dá para entender que também o era.
A farsa se deve ao fato de seu autor esconder sua real orígem ou melhor, nem mesmo sua inspiração ou não foi declarada, dando margem de que o mesmo pode ter sido fruto de um "outro" evangelho pregado por anjos, ou seja demonios, o que está completamente em conflito com a Bíblia. Se o problema são as referências.
As referências estão aqui:
* Blumenthal, David R. Three is not enough: Jewish Reflections on Trinitarian Thinking, in Ethical Monotheism, Past and Present: Essays in Honor of Wendell S. Dietrich, ed. T. Vial and M. Hadley (Providence, RI, Brown Judaic Studies:
http://www.js.emory.edu/BLUMENTHAL/Trinity.html
* The Encyclopedia of Jewish Myth, Magic, and Mysticism, Geoffrey Dennis, Llewellyn Worldwide, 2007
* Studies in the Zohar, Yehuda Liebes (Author), SUNY Press, SUNY series in Judaica: Hermeneutics, Mysticism, and Religion, 1993
* Challenging the Master: Moshe Idel’s critique of Gershom Scholem Micha Odenheimer, MyJewishLearning.Com, Kabbalah and Mysticism
http://www.myjewishlearning.com/ideas_belief/Kabbalah_and_Mysticism/Over...
* Scholem, Gershom, Zohar in Encyclopadeia Judaica, Keter Publishing
* Scholem, Gershom, Kabbalah in Encyclopadeia Judaica, Keter Publishing
* Margolies, Reuvein "Peninim U' Margolies" and "Nitzotzei Zohar" (Heb.), Mossad R' Kook
* Luria, David "Kadmus Sefer Ha'Zohar" (Heb.)
* Unterman, Alan Reinterpreting Mysticism and Messianism, MyJewishLearning.Com, Kabbalah and Mysticism
* Adler, Jeremy, Beyond the Law: the artistry and enduring counter-cultural power of the kabbala, Times Literary Supplement 24 Feb 2006, reviewing: Daniel C Matt, translator The Zohar; Arthur Green A Guide to the Zohar; Moshe Idel Kabbalah and Eros.
http://www.myjewishlearning.com/ideas_belief/Kabbalah_and_Mysticism/Over...
No primeiro texto está
No primeiro texto está escrito:
Probably, the most imaginative, and powerful, non-philosophic response in the personalist tradition of thinking about and addressing God is to be found in the Zohar (end of the thirteenth century Spain) and in the tradition that developed from it.
Ou seja, não me parece tratá-lo como uma falsidade, mas como uma poderosa ferramenta de acesso a D'us, como está escrito aí encima...
No segundo texto:
Challenging the Master - nem se refere ao Zohar... refere-se a Kabbalah e ao Scholem...
No terceiro endereço que vc passou, aí sim, refere-se ao Zohar de uma forma similar a que vc relata no teu texto.
Aliás, um texto muito interessante de ser lido. Mostra a provável composição do Zohar por vários membros de um grupo kabalistico da época, na Espanha.
No entanto, me desculpe, mas em nenhum momento vejo uma afirmação deveras pejorativa como 'falsidade' ou 'farsa'. Se olharmos historicamente, como está sendo feito no caso do Zohar, podemos levantar diversas hipóteses semelhantes com a Torá e com o novo testamento cristão. Existem diversas teorias que colocam a possibilidade de uma composição delas e não sendo enviada diretamente por D'us para Moshe.
Shalom
Falta de valor das Escrituras ou do Zohar:
Em primeiro lugar parabéns pelo inglês, pesquisa e interesse. Creio que seu comentário é excelente e reflexivo, quem dera houvem muitos outros assim.
Se aceitarmos que Adonai não falou com Moshe, então deveremos considerar que a torah não é verdadeira, pois não são poucas as referências em que há um diálogo entre ambos. Porém devo ressaltar que o valor de ambos os livros não são de valor histórico e sim espirituais, e cabe a cada um aceitar ou não como palavra de Adonai. Creio porém que é inocente de nossa parte crer que Adonai através de instrumentos temporais nos daria condições de "manipula-lo", porém compreendo pela palavra de Deus, que aqueles que consultavam espíritos, sacrifícios pagãos, forças ou manipulavam bênção e maldições na realidade não o serviam, e sim eram aprisionados pelas garras de Satan, veja o exemplo de Balaão ou mesmo da vidente no caso do Rei Saul. Porém Adonai, sempre falou diretamente aos seus servos, seja através de sua palavra como no caso do Rei Ezequias ou seja através de manifestação direta como no caso de Moisés, ou visão como no caso de Daniel, sem cerimoniais religiosos, tradições religiosas, simplesmente como resultado da oração e comunhão diária de seus servos com seu D'us. Para isso, nenhum de nós necessita da cabalah, a Bíblia já nos trás tudo o que é necessário para aprendermos a ter intimidade com o Pai, basta seguir os mandamentos e exemplos de Yeshua Hamashiach.
Saudações,
Obrigado pela esclarecedora
Obrigado pela esclarecedora resposta. Fico feliz em poder contar com o interesse de vocês em me responder quando muitos simplesmente iriam ignorar meus comentários.
Entendo o ponto de raciocíocinio agora, e me considero satisfeito com a resposta. Desculpe-me se fui insistente, mas realmente tinha vontade de entender.
Mais uma vez fico imensamente grato pelas informações e paciência em me responder esclarecendo os pontos em que eu tinha dúvidas.
Um grande abraço e parabéns pelo trabalho realizado neste excelente site (que, inclusive, tenho como Home de meu navegador!).
Guilherme Benchimol Fauque
Tudo para a Glória do Pai
Shalom Guilherme,
devido nossa vida comum, muitas vezes não temos o devido tempo, mas Adonai em sua misericórdia eterna nos têm concedido mais do que 24hs por dia, rsss, é preciso caminharmos com os olhos fitos em nosso Mashiach Yeshua, sua vida, atitudes e ensinamentos são essenciais para vivermos em plenitude com o pai. Saudações desde Sião, a serviço do Mestre,
Obrigado, irei consultar as
Obrigado, irei consultar as referências e procurarei estudar um pouco mais sobre o assunto.
O que me deixa confuso é aonde estão os conflitos com a Torá... na questão de "possivelmente" ter sido escrito por "demônios"? Vou pesquisar mais e, desde já, agradeço de todo o coração a indicação das fontes bibliográficas, isto me ajudará a tomar uma posição crítica mais coerente quanto ao assunto.
Um grande abraço
O livro de Zohar,uma grande farsa
O Eterno te abencoe por tao significativo comentario,e hora do povo de Deus estar ciente desdas farsas.