Goque da terra de magogue O príncipe de Rôs de Meseque e Tubal (Ez38.5-6)
As armas e ambições das potências nucleares
http://www.estadao.com.br/especiais/as-armas-e-ambicoes-das-potencias-nu...
Irã testa míssil capaz de atingir Israel e sudeste da Europa
http://www.youtube.com/watch?v=c0dcvOxGClU
O programa nuclear do Irã
http://www.estadao.com.br/especiais/o-programa-nuclear-do-ira,15631.htm
http://www.estadao.com.br/busca/JSearch/TQM!tQM.action?e=&s=Ir%E3
Conheça os números do poderio militar do Irã
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int374189,0.htm
Projétil tem alcance de 2 mil quilômetros e ainda poderia atacar bases americanas no Golfo Pérsico
A TV iraniana divulgou imagens do teste
TEERÃ - O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que o país testou com sucesso nesta quarta-feira, 20, um um míssil terra-terra com alcance de cerca de 2.000 km, capaz de atingir o Estado de Israel, bases dos Estados Unidos no golfo Pérsico e alguns países do sudeste da Europa.
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"O míssil Sejil 2, que possui uma avançada tecnologia, foi lançado hoje... e caiu exatamente no alvo", disse Ahmadinejad durante uma visita à província de Semnan, norte do país, que a Irna informou ter sido o local do lançamento.
O anúncio deve aumentar as preocupações no Ocidente sobre as ambições militares do Irã, já que foi feito dois dias após o presidente dos EUA, Barack Obama, assegurar que está pronto para buscar sanções internacional mais duras contra Teerã se o regime rechaçar as tentativas de negociações para encerrar seu programa nuclear. Os Estados Unidos e seus aliados suspeitam que a república islâmica esteja tentando fabricar armas nucleares. Teerã nega a acusação.
Segundo Ahmadinejad, o novo foguete ainda é capaz de chegar ao espaço. "Hoje, a República Islâmica conseguiu um novo marco no que diz respeito à fabricação de foguetes. É um novo e grande êxito da Organização Aeroespacial Nacional", afirmou o governante durante um comício na cidade de Semman. Segundo Ahmadinejad, o foguete possui duas cápsulas capazes de atravessar a atmosfera e entrar em órbita graças ao fato de ser alimentado com "combustível sólido". "Este combustível o torna mais potente. Primeiro é lançado, e antes de atravessar a atmosfera perde uma de suas partes, enquanto a outra alcança o ponto aonde tem de chegar", explicou Ahmadinejad.
O Irã colocou em órbita seu primeiro satélite de comunicações de fabricação integralmente nacional em fevereiro, fato que disparou o alarme sobre os avanços obtidos em seu programa de mísseis balísticos. A comunidade internacional, com os Estados Unidos, Israel e as principais potências europeias na liderança, temem que o regime de Teerã esconda, sob seu programa nuclear civil, um suposto projeto militar destinado a dotar estes mísseis com ogivas nucleares.
O Irã informou em novembro ter testado um míssil Sejil, descrevendo-o como uma nova geração de mísseis terra-terra (lançados da terra contra alvos em terra ou no mar). Teerã disse estar pronta para se defender contra qualquer agressor. Washington disse na época que o teste destacou a necessidade de um sistema de defesa de mísseis que os norte-americanos pretendem instalar na Polônia e na República Tcheca para conter ameaças do que classificam de "Estados nocivos
sexta-feira, 22 de maio de 2009, 11:19
Israel faz exercício militar em momento de tensão com Irã
Força Aérea israelense faz grande simulação de combate na mesma semana que Teerã testou míssil
JERUSALÉM - A Força Aérea israelense realizou um grande exercício de simulação de combate, em várias frentes, com inimigos que incluem o Irã. Funcionários da Defesa de Israel tornaram públicas as práticas nesta sexta-feira, 22. Os exercícios envolveram toda a Força Aérea e se preparavam para uma guerra total, incluindo ataques com mísseis em cidades israelenses, segundo os funcionários. As atividades duraram quatro dias e terminaram na quinta-feira.
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Israel periodicamente realiza tais exercícios. Os militares afirmam que o mais recente deles faz parte de um programa anual de treinamento "de rotina". Porém dessa vez há um clima de crescente tensão entre o país e o Irã, por causa do programa nuclear do país persa. Israel acredita que a intenção dos iranianos é construir uma bomba, o que ameaçaria a existência do Estado israelense. Já Teerã afirma que somente tem fins pacíficos, como a produção de energia.
Israel diz preferir a diplomacia para enfrentar o problema. Mas não descarta uma ofensiva militar. Na quarta-feira, o Irã testou um novo foguete, chamado Sajjil-2, que segundo o país pode atingir alvos a 1.900 quilômetros de distância. O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, sugeriu várias vezes que Israel deve ser "varrido do mapa" do Oriente Médio.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, qualificou o exercício como "importante". "O que vimos fortalece nossa certeza de que temos pessoas de que podemos depender", afirmou Barak em comunicado.
O Irã foi um dos principais temas discutidos no encontro desta semana entre o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e seu colega dos EUA, Barack Obama, no primeiro encontro dos dois no poder. Washington defende uma abordagem diplomática e ameaça Teerã com mais sanções, caso o país não interrompa seu programa nuclear.
Conheça os números do poderio militar do Irã
País possui mísseis capazes de atingir bases dos EUA e Israel, além de 1,7 mil tanques e quase 500 mil soldados
Reuters
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Míssil iraniano Sejil 2. Foto: Reuters
TEERÃ - O Irã testou nesta quarta-feira, 20, um míssil com alcance de 2 mil quilômetros, enquanto o presidente Mahmoud Ahmadinejad dizia que o Estado islâmico poderia mandar qualquer um que o atacasse "para o inferno". De fato, o Sejil 2 pode atingir bases dos EUA e de Israel no Golfo. Veja a seguir os números do poderio militar do Irã:
Especial: As armas e ambições das potências nucleares
FORÇAS ARMADAS
O país tem mais de 545 mil pessoas em serviço ativo. O general Ataollah Salehi é o chefe do Exército, que possui cerca de 350 mil soldados. A Guarda Revolucionária Islâmica, os mais leais guardiães do sistema, possui outros 125 mil homens. Em 2004, o Exército foi dividido em quatro divisões armadas e seis de infantaria.
Teerã possui cerca de 1,7 mil tanques, grande parte formada pelos ingleses Chieftains e pelos americanos M-60s, produzidos na década de 1960. Os soviéticos T-54 e T-55s, T-59s, T-62s e T-72 também são parte do inventário. Todos foram capturados do Iraque ou adquiridos da Coreia do Norte e China. Há ainda cerca de 8,1 mil peças de artilharia.
MÍSSEIS
Em um desfile militar realizado em 2007 como parte das comemorações da guerra com o Iraque (1980-1988), o Irã mostrou o míssil Shahab-3, dizendo que o projétil era capaz de viajar 2 mil quilômetros - o que poderia ser suficiente para atingir bases americanas e israelenses na região. Outro míssil mostrado na parada, o Ghadr-1 também integra o arsenal do país, e tem capacidade de atingir alvos a até 1,8 mil quilômetros.
Foi a primeira vez que Teerã mostrou seu poderio. Em novembro de 2008, o governo iraniano anunciou que testou, com sucesso, um míssil Sejil, com alcance de quase 2 mil quilômetros.
MARINHA
A Marinha iraniana é formada por cerca de 18 mil pessoas, e possui três submarinos russos da série Kilo, três fragatas e duas corvetas. Em 2001, a Marinha estava obsoleta e em más condições porque não havia sido equipada com navios e armas modernas. Em 2007, o Irã lançou um novo submarino e uma nova fragata produzidos no país,
FORÇA AÉREA
A Força Aérea tem cerca de 52 mil pessoas e 281 aviões de combate. Entretanto, a operacionalidade pode ser de cerca de 60%, quando comparada ao padrão americano, e de 80% se comparada ao russo. Jatos F-14 e MiG 29 integram a divisão. Em 2007, o país anunciou o teste de dois novos aviões, que estariam sendo produzidos no país em escala industrial.
Bomas nucleares inúteis
Sáb, 30/05/09 04:07 , samicha@estadao.com.br
Tem muita gente iludida com o poder do arsenal nuclear israelense. 1- De que adiantam 200 ogivas nucleares se os efeitos nocivos farão Israel virar país sem habitantes, esqueceram que a distância é curta? 2- No tabuleiro de interesses internacionais, o Iran não está só. Há influência e interesses chineses e russos. Com a invasão do Iraque, a Rússia perdeu nada mais nada menos que cerca de 70 bilhões de dólares em contratos assinados assinados com Saddam Hussein. A Rússia jamais permitirá que israelenses e norteamericanos se aproximem do Mar Cáspio. Todos os gasodutos e oleodutos passam por ali e seguem para a europa ocidental. A China, compra petróleo da Rússia e do Oriente Médio. Será que adianta mesmo ter 200 ogivas nucleares guardadas no arsenal? Hoje em dia, o poder de destruição de um único artefato nuclear é enorme, sem contar que uma ogiva nuclear constitui-se de várias bombas com potência igual ou superior a de Hiroshima. Só que com um índice de aproveitamento muito maior.
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