Dia de Jerusalem e violência palestina.

Não podia ser diferente. Enquanto os judeus somente desejavam visitar o monte do Templo em Jerusalém. Jovens estudantes árabes que estavam ali aproveitaram para provocar os judeus agredindo-os.

Neste dia é comemorado a fundação de Jerusalém há mais de 3.000 anos pelo Rei David após a conquista de Jebus, cidade então ocupada pelo remanescente dos Jebuseus.

Jerusalém é a cidade mais famosa do mundo e venerada por quase todas as religiões como um lugar muito especial. Sua relação com o povo judeu ultrapassa três milênios.

Os árabes dizem que foi nela em que Maomé subiu ao céu em uma visão. Maomé nunca esteve ali, o nome de Jerusalém nem mesmo aparece no Al-Corão. Nem mesmo um nome parecido.

Até os dias de hoje, a parte oriental de Jerusalém é chamada pelos muçulmanos de Al-kuds. Diante de tão grande disparate na fé muçulmana ainda é incompreensível a "ira" árabe por judeus dominarem Jerusalém. Fica mais do que claro que forças satânicas estão por detrás deste ódio, assim como do ódio aos judeus de uma forma geral.

Jerusalém é cita na Bíblia 736 vezes, no Al-Corão, nenhuma.

Sião, outro nome da cidade, mais especificamente o nome do monte onde ficava a fortaleza dos Jebuseus, aparece 162 vezes, no Al-Corão nenhuma.

Moriah, o monte do templo é citado 2 vezes, uma delas na construção do templo e a outra no sacrifício de Isaque. No Al-Corão nenhuma vez.

Portanto, nenhum direito há para nações alheias reivindicar Jerusalem das mão de Israel, pois as promessas de D'us a Abraão, Isaque, Jacó e Moisés são simplesmente eternas.

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