Acabou a violência em Gaza? Entenda os motivos

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Acabou a violência em Gaza? Mais uma rodada de violência terminou no Oriente Médio, após mais de 50 ativistas palestinos e entre eles mais da metade de terroristas, terem sido mortos, parece que a fica caiu e o silêncio dos líderes terroristas e quase que funeral.

Acabou temporariamente a violência em Gaza e ninguém vai aos meios de comunicação dizer o porque isto está acontecendo após os palestinos terem prometido que invadiriam o Estado de Israel.

Três fatores basicamente levaram os terroristas palestinos a enfiar o rabo debaixo das pernas e se esconderem, segue a lista.

Resposta Dura e Agressiva de Israel

Se os israelenses se comportassem como os europeus e os outros países árabes quisessem, hoje haveriam milhares de terroristas dentro do Estado de Israel, as famílias judaicas dos vilarejos mais próximos seriam massacradas, mortas a facadas, mutiladas, explodidas e teriam suas casas e seus bens totalmente destruídos. O que seria visto do lado de Israel seria uma verdadeira cena de Apocalipse. Os judeus israelenses estariam fugindo ou lutando para sobreviver exatamente como ocorreu após a destruição de Jerusalém no ano 70 da EC.

No momento em que o Estado de Israel responde de forma dura e implacável, mas ao mesmo tempo poupando a grande maioria dos civis, até mesmo o mais idiota dos palestinos entende que é melhor ficar em casa e restaurar o que os vizinhos destruiram, seus bens, suas plantações, seu quintal. Agora estarão ocupados dando um jeito de ter novamente água e gás, cujas instalações foram completamente destruídas.

Quando a IDF começou a bombardear as unidades terroristas e o número de ratos(terroristas) mortos começou a crescer, o pânico começou a tomar conta de todos. Os palestinos tiveram que se preocupar em enterrar os mortos e cuidar dos feridos, ao invés de atrais para si, mais do braço forte e pesado da IDF.

Hamas blefou e Israel não

Por incrível que pareça, o grupo terrorista do Hamas estava blefando, toda esta violência e soberba que estava pondo em perigo dezenas de milhares de palestinos não passou de um blefe, cujo objetivo era negociar benefícios por parte de Israel. Do lado de Israel a coisa foi bem diferente, a IDF e o Governo de Israel deixaram claro que não iriam recuar, qualquer pessoa que tentasse danificar a cerca de segurança o sangue estaria sobre a sua cabeça e pagaria com a vida.

Israel deixou bem claro que do outro lado da fronteira existem milhares de famílias indefesas, e a obrigação do governo e das Forças de Defesa de Israel é garantir que vivam em PAZ. A cada tentativa de terroristas de invadirem, a resposta de Israel ia se tornando cada vez mais dura. Isto se deve ao fato de que os judeus não se darão mais ao luxo de se sentirem em posição semelhante aos guetos durante a dominação nazista, encurralados e esperando a morte.

Hams não tinha a verdadeira intensão de invadir Israel, sua intensão era negociar mais privilégios para seu grupo terrorista, era mais uma tentativa de suborno. Israel sim, tinha a intenção de defender seu território a todo custo, foi por isso que não cedia e não iria ceder.

Intervenção da Autoridade Palestina e do Egito

Enquanto o fogo estava pegando na fronteira, dois outros atores importantes do teatro tragédia do Oriente Médio estavam tentando saber o que fazer para parar com o derramamento de sangue e a agressão mútua, afinal de contas, quem estava perdendo eram os palestinos é claro. Na realidade eles sempre perdem, a pergunta é sempre, quantas vidas estarão dispostos a sacrificar.

Ontem foi chamados às pressas o líder do Hamas, Ismail Haniya e sua cúpula, que foram levados para o Cairo para conversações. Os repórteres e os líderes do governo do Egito testemunharam gritarias e exigências contra a liderança do Hamas, tanto por parte dos egípcios quanto dos palestinos. Em resumo, todos, sem excessão disseram que a história não vai perdoar o Hamas pela morte dos palestinos. Nada justifica por a população em risco para negociar benefícios para um grupo terrorista.

Enquanto o Hamas disse aos egípcios que queria negociar benefícios para os palestinos, do lado de Israel a mensagem era bem mais agressiva:

Se continuarem levando a população a fronteira vão morrer muito mais e todos os líderes do Hamas, desde o mais baixo escalão até o líder Ismail Haniya estará em nossa mira, não vamos deixar passar ninguém. Além disso, o Estado de Israel advertiu ao Egito que se a violência continuar ela vai se espalhar para o Egito. Foi neste momento em que os egípcios não tinham dúvida de que estava na hora de pressionar o Hamas.

Mudança de Direção Imediata

Mahmoud Abbas que foi um dos interventores exigiu do Hamas o desmonte imediato do circo montado na fronteira de Gaza com Israel. Todas as propostas do Hamas foram rejeitadas por todos o silêncio tomou conta de Ismail Haniya, o líder do Hamas. Sem hesitar, os egípcios e os palestinos disseram que o "sangue dos palestinos está nas mãos do Hamas". Atém nos meios de comunicação internacional, nos Estados Unidos, Inglaterra e outros, os comentários sobre o Hamas sacrificando a população não pararam de fluir na mídia.

Na realidade ninguém aguenta mais os "coitadinhos" palestinos que ao invés de trabalharem para construir um país justo e com o mínimo de infraestrutura, fazem de tudo para arrancar de Israel os benefícios que não conseguem conquistar sozinhos.

Abbas praticamente chutou a bunda da liderança do Hamas, enviando-os de helicóptero para Gaza. Ismail Haniya imediatamente, na mesma noite, ordenou desmontar os "circos" que haviam sido montados em torno da fronteira de Gaza com Israel, e misteriosamente, a "paz" parece ter "pairado" sobre o Oriente Médio novamente. Somente o Presidente da Turquia continua com a sua palhaçada, fazendo o papel do bobo da corte internacional, afinal de contas, ele está investido em sua popularidade nas eleições que estão próximas.

Fonte: IsraelHayom, JerusalemPost

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