Depoimento de Judia Messiânica após crime leva a prisão de quadrilha de terroristas

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O caso da morte de Kristine Luken e da tentativa de assassinato de Kaye Susan Wilson chocou Israel a mais de dois anos atrás. Infelizmente Kristine não resistiu ao ataque e seu corpo foi achado no dia seguinte. Kaye Susan Wilson, milagrosamente conseguiu resistir ao ataque, procurando ajuda de uma família foi levada ao hospital em estado grave.

As duas se encontravam calmamente em uma conversa matinal em um dos muitos parques florestais de Israel, quando foram surpreendidas um esta quadrilha cruel. Kaye, em seu depoimento, declarou que as duas imploraram aos mesmos de não lhes fazerem mal, porém foram respondidas com facadas cruéis em todas as partes do corpo. Quando Kaye caiu ao chão, ela se fez de morta, pois sabia que não poderia fazer nada contra aqueles assassinos, somente esperar por um milagre que aconteceu.

Para a comunidade de judeus messiânicos e cristãos em Israel, este foi um grande choque, pois uma foi levada e outra ficou. A dor da perda e a dor física agora marcariam os dias de Kaye que ainda se encontra em tratamento, tanto físico quanto psicológico, pois as imagens do atentado continuam presentes em sua mente.

Após os assassinos deixarem o local, Kaye, com suas poucas forças recolheu do local um canivete que tinha os restos do ferimento de um dos bandidos, gritou por socorro, e uma família que estava na região chamou a polícia e socorro médico.

Após sair de perigo, com seu corpo ainda repleto de ferimentos, costelas e diversos ossos quebrados, ao ser interrogada pela polícia, descreveu detalhadamente cada um dos agressores, o Shin Beit, Serviço de Segurança Nacional, declarou hoje que sua descrição foi essencial para a captura dos mesmo.

A polícia, junto com o serviço de informação secreta conseguiu por a mão nos três criminosos em três dias, o que os levou a uma investigação mais detalhada e a comparação com outros crimes que ainda não haviam sido revelados. Após intenso interrogatório, Iyad Patpatade Tarqumiya, Kifah Ghanimat e Muhammad Ghanimat confessaram que estavam envolvidos em uma quadrilha que totaliza 13 membros e que haviam participado de outros crimes semelhantes, entre eles, o de Neta Sorek, que havia sido achada morta dentro de seu carro em Fevereiro de 2010, junto a Beit Shemesh.

Eles cometeram 21 crimes entre 1997 e 2010 e somente por que Kaye resistiu é que foram pegos. Patpatade e Ghanimat declararam que sua real motivação éra o ódio pelos judeus e o desejo constante de vingança em prol do "povo palestino". Eles confessaram que também tentaram no mês passado matar um casal de jovens em Beit Shemesh como vingança pelo assassinato de um dos líderes do Hamas em Dubai.

Kaye Susan Wilson é guia de turismo, judia messiânica e têm pela frente uma longa recuperação. Sua coragem e atitude com certeza poupará muitas outras vidas das mãos destes sanguinários.

Foto acima: Kaye Susan Wilson com jovem muçulmano pró-Israel que ela ajudou quando estava sendo perseguido

 

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