Derramamento de sangue inocente no Monte do Templo trará mais maldições para muçulmanos

O Atentado Terrorista que ocorreu nesta manhã em Jerusalém, mais especificamente no Monte do Templo terá não somente consequências diplomáticas graves quanto também consequências espirituais sem precedentes pois o serramento de sangue inocente no Monte do Templo sempre trouxe consequência graves tanto para Israel quanto para seus inimigos.

O dois jovens policiais que morreram hoje eram parte da força operante no Monte do Templo com a finalidade de garantir a segurança para todos, não somente para os judeus, mas também para os cristão e muçulmanos que visitam o monte mais sagrado do Mundo, o Monte Moriah.

Os policias eram de aldeias druzas muito conhecidas no Norte de Israel, os druzos por sua vez alegam ser nada menos do que descendentes diretos de Jetro, sogro de Moisés, e por este motivo sempre foram aliados de uma forma geral aos judeus mais que aos árabes, apesar de falarem árabe, sempre foram fiéis a sua origem e relação especial com o Povo de Israel, eram também chamados de Queneus, fazendo parte integrante do mesmo onde podemos ler muitas vezes sobre eles nas Escrituras Sagradas.

Ora, Heber, um queneu, se tinha apartado dos queneus, dos filhos de Hobabe, sogro de Moisés, e tinha estendido as suas tendas até o carvalho de Zaananim, que está junto a Quedes.
Juízes 4:11

Neste momento o Rei da Jordânia, Abdullah II e o Presidente Palestino Abbas está tentando convencer o Governo de Israel para manter o Monte do Templo aberto aos muçulmanos, o que parece ser algo muito arriscado neste momento. Atentados no Monte do Templo já se mostraram no passado capazes de acender chamas no ódio entre judeus e muçulmanos que são muito difíceis de serem apagadas.

É importante ressaltarmos que a segunda intifada, uma das mais violentas ondas de violência entre judeus e muçulmanos estourou após uma visita do ex-Primeiro Ministro do Estado de Israel no Monte do Templo, quando os muçulmanos começaram a atirar contra os seguranças e os turistas que estavam no Monte do Templo. Aquela onda de violência durou anos até que o mesmo Ariel Sharon começou a construir a muralha de separação entre os territórios de predominância árabe na Judeia e Samaria e os territórios de predominância judaica.

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