Descoberta de moedas antigas revelam a verdade sobre Jerusalém e o Islã

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Arqueólogos publicaram ontem em Israel um estudo que chocará o Mundo Muçulmano, as descobertas foram feitas em ruínas de uma mesquita na região montanhosa de Hebron. Estas descoberta de moedas antigas revelam a verdade sobre Jerusalém, o Islã e seus primeiros dias na Cidade Santa, na Terra de Israel.

As moedas que foram cunhadas no VII século, durante a dinastia do Califado Omíada, logo após a conquista de Saladino da Terra Santa, mostram algo que os palestinos e islamistas gostariam de esconder, que em Jerusalém havia um templo judaico.

Além destas moedas que foram cunhadas com símbolos judaicos de Jerusalém e a inscrição em árabe antigo, a língua dos novos ocupantes muçulmanos, foram encontrados selos cunhados em vasos, panelas e utensílios de armazenamento que levavam ofertas e impostos para Jerusalém, mais especificamente para o local do Templo que estava começando a ser re-construído com apoio do Califado Omíada e a mão de obra judaica.

As descobertas foram feitas na aldeia de Jenis, não muito distante de Hebrom e estas revelações poderão abalar o conhecimento dos islamistas de sua história em Jerusalém. Na vizinha aldeia de NUBA foi encontrada cravada na parede de uma mesquita uma outra inscrição que pode chocar qualquer um que entende bem o árabe, o texto mostra aquilo que os palestinos gostariam e tentam ignorar:

A inscrição revela as verdades bíblicas que todos nós já conhecemos, que no local do Domo da Rocha ficava o Templo de Jerusalém:

Em nome de Deus, o Deus misericordioso
Este território, Nuba, e todos os seus limites
e toda a sua área, é uma doação da Rocha
do Bayt al-Maqdis(Da Casa do Templo) e da Mesquita Al-Aqsa,
como foi dedicado pelo Comandante dos Fiéis, ̒Umar iben al-Khattab
por causa de Deus, o Todo-Poderoso.

Em nenhum lugar da história islâmica uma mesquita foi chamada de Bayt al-Maqdis, esta expressão que é literalmente a Casa do Templo ou Casa do Santuário é uma expressão totalmente judaica e bíblica que foi adaptada para o árabe no que é conhecido como o fenômeno da morfologia. Isto quer dizer que durante a dedicação da aldeia, provavelmente havia um templo em Jerusalém, ou pelo menos ruínas dele ou estava em re-construção como pensam os historiadores. Quando a liderança muçulmana foi trocada, os judeus que estavam re-construindo o templo foram expulsos e o local foi modificado para ser uma mesquita.

O mais interessante de tudo é o formato do Domo da Rocha que é octagonal, não existe nenhum construção islâmica deste tipo em todo Mundo, este tipo de expressão arquitetônica é típico do período bizantino, o estilo bizantino era construído basicamente pelos cristão e judeus, o que revela que seu objetivo inicial não seria uma mesquita, mas sim um templo judaico ou cristão. Historicamente falando, sabemos que a última coisa que os cristãos bizantinos queriam no Monte do Templo é re-construir algo, eles tornaram a região em uma lixeira e um grande vala comum de ossos dos judeus, principalmente ao lado da Porta Dourada, então resta-nos a segunda opção, eram os judeus com a ajuda da conquista de Saladino que estavam re-construindo um templo.

Assaf Avraham e Peretz Reuven, os arqueólogos que apresentaram a existência da inscrição nas últimas semanas na Conferência sobre "Novos estudos na arqueologia de Jerusalém e sua região" realizada na Universidade Hebraica de Jerusalém, apontou que esse texto é, de fato, testemunho de que pelo menos um dos nomes da Cúpula da Rocha nos primeiros séculos do Islã era "Bayt al-Maqdis", que preserva o nome hebraico "Beyt ha-Miqdash" (literalmente a "Casa do Santuário") .

"A literatura islâmica precoce mostra os rituais religiosos que foram realizados dentro da Cúpula da Rocha no início da era islâmica", afirma Assaf; "Esses rituais foram inspirados por antigas tradições que ocorreram dentro do Templo Bíblico, como está documentado na Bíblia e na antiga literatura judaica". Uma antiga fonte muçulmana descreve e enfatiza esse ponto:

"Toda segunda-feira e quinta-feira de manhã, os atendentes entram na casa de banho para lavar e purificar. Tiraram suas roupas e vestiam uma peça de brocado de seda bordada de figuras e apertavam fortemente o cinto embelezado com ouro em torno de suas cintas. E ungem a rocha com perfumes. Então o incenso é colocado em incensários de ouro e prata. Os guardas da casa abaixam as cortinas para que o incenso envolva completamente a Rocha e o aroma se se apegue a ela".

Estes procedimentos bem documentados e detalhados têm semelhanças com os rituais que foram praticados no Templo judaico, e foram derivados deles.

A inscrição de Nuba mostra que a construção da Cúpula da Rocha marca a reconstrução do Templo Sagrado bíblico, em essência, um dos atos mais significativos da história inicial do Islã, e contraria a nova visão mundial que pediu para exaltar a posição de Jerusalém como o centro religioso do mundo para o Islã.

Quando mostramos a literatura tradicional muçulmana da época, fica claro que a estrutura do Domo da Rocha foi chamada Bayt Al-Maqdis, em que as orações eram conduzidas tradicionalmente. Era a estrutura mais sagrada dentro do Monte do Templo e era claramente o templo que estava sendo renovado. Estas revelações simplesmente fazem desmoronar a tentativa muçulmana de associar Jerusalém com o islamismo, as próprias inscrições muçulmanas revelam que o Domo da Rocha deveria ser o Templo de Jerusalém e Al-Aksa apenas mais uma da milhares de mesquitas existentes na face da terra, sem santidade para os muçulmanos, sem mentiras e calúnias sem fim contra o Povo de Israel.

Fotos e Fonte: The Temple Mount Sifting Project

3 respostas
  1. Ana Lima
    Ana Lima says:

    as Escrituras não mentem,pq Deus não e homem para que minta. Jerusalém é e sempre será dos Judeus
    quer os reis do mundo queiram ou não,mesmo com toda tentativa no passado de alterar as escrituras tirando dela tudo que fazia alusão ao judaísmo,a Bíblia contem a palavra de Deus.isso e um fato

    Responder
  2. Ana Lima
    Ana Lima says:

    as Escrituras não mentem,pq Deus não e homem para que minta. Jerusalém é e sempre será dos Judeus
    quer os reis do mundo queiram ou não,mesmo com toda tentativa no passado de alterar as escrituras tirando dela tudo que fazia alusão ao judaísmo,a Bíblia contem a palavra de Deus.isso e um fato

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