Engenheiro envolvido em negociações de antiguidades foi absovido

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"O Ossuário de Tiago"
O engenheiro Oded Golan, conhecido como o homem que negociou a venda de dois das mais importantes "descobertas arqueológicas" e havia sido condenado por falsificação de antiguidades foi absovido nesta última quarta feira.

A justiça de Israel declarou que não há como provar que Golan foi o responsável pelas falsificações. Após o surgimento dos dois objetos em um museu do Canadá, no ano de 2002, milhões de pessoas tiveram interesse naquilo que seria um "prova física" da família de Jesus, e uma "prova física" da existência do primeiro templo, pois o segundo objeto, segundo Golan seria um edito do Rei Joás ao realizar a reforma no primeiro templo em Jerusalém.

Após a apresentação dos objetos, a Autoridade das Antiguidades de Israel reuniu uma comissão de especialistas, os melhores do país, afim de avaliar a autenticidade dos objetos. Segundo a comissão, o "edito de Joás, ktovet Yoash é na realidade uma falsificação completa da era moderna, o segundo objeto, o ossuário de Tiago, irmão de Jesus, é um ossuário verdadeiro, o que é falsificado nele é a inscrição em aramaico que o relaciona "Inscrição de Joás"com Jesus, os falsificadores teriam pego um ossuário do período do primeiro século e falsificado sobre e a inscrição, aumentando o seu valor em milhares de dólares.

Nos últimos anos houve uma queda dramática nas vendas e negociações de antiguidades no mercado negro, principalmente após o caso de Oded Golan, o juiz declarou que não é possível provar na justiça que os objetos sejam verdadeiros como Golan desejava, mas o absoveu por falta de provas se ele estava ou não envolvido nas falsificações.

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