Exército da Síria e oposição, exterminam, estupram e torturam

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Os meios de comunicação estão relatando que conforme a Síria avança com seu exército para a capital, Damasco o terror se espalha entre os moradores, e não é sem razão.

De acordo com os relatórios divulgados pela ONU e outras organizações de direitos humanos, o quadro é trágico.

As tropas sírias e as milícias ligadas ao governo usaram sistematicamente o estupro e violência sexual contra civis, atrocidades que representam crimes contra a humanidade, disse nesta quinta-feira um inquérito apoiado pela ONU.

Os combatentes rebeldes cometeram violações semelhantes, equivalentes a crimes de guerra, mas a uma taxa "consideravelmente menos comum do que o estupro por parte das forças governamentais e milícias associadas", afirmou a Comissão Internacional Independente de Inquérito para a Síria (COI) em um novo relatório.

As descobertas foram apresentadas ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, e são baseadas em 454 entrevistas com fontes que incluem sobreviventes, testemunhas oculares e médicos. O governo de Damasco nunca concedeu aos investigadores do COI acesso à Síria e nunca assumiu os fatos que estão ocorrendo no país.

A Agência Reuters também divulgou hoje que milhares já abandonaram suas casas, e a medida que o exército avança, o temor de uma crise sempre precedentes aumenta.

De acordo com o Centro Sírio para os Direitos Humanos, pelo menos 7.000 civis fugiram da cidade de Hamra, no leste de Beirute, nos arredores de Damasco, a capital da Síria.

Ainda, de acordo com o mesmo relatório, os civis fugiram quando o exército sírio entrou na área da capital.

Anteriormente, ou outro relatório das Nações Unidas afirma que o exército do presidente da Síria, Bashar Assad e seus aliados, estupraram e agrediram sexualmente mulheres, meninas e homens para punir as forças de oposição na Síria.

Estes são crimes considerados crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

O relatório ainda mostra que algumas das forças da oposição estão fazendo o mesmo, e com muita freqüência, sendo assim, as maiores vítimas da violência desta guerra brutal são aqueles que não são combatentes, mulheres, crianças, idosos e homens comuns.

Fonte: Egypt Independent, Reuters - Foto ilustração: Pixabay

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