Líder palestino preso conclama os palestinos a uma terceira intifada contra Israel

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Barghouti

Marwan Barghouti, um líderes do Fatah presos em Israel, publicou o aviso de ontem (segunda-feira), público e extraordinário em que ele conclama os palestinos a uma terceira intifada contra Israel, na véspera das manifestações planejadas para sexta-feira nos eventos do Dia da Terra(Yom Hanakba). Esta expressão anormal do líder da Tanzim, que por anos pela primeira vez pede para cessar por completo as negociações com Israel, incentivando o boicote e para evitar qualquer tipo de normalização com o Estado de Israel. Este é também um apelo contra a o presidente Mahmoud Abbas (Abu Mazen) e a Autoridade Palestina em si, que mantém e assegura uma cooperação de segurança com Israel.

Barghouti, que foi condenado a cinco penas de prisão perpétua está confinado em uma prisão israelense, ele enviou uma carta enviada da prisão, onde afirma, em parte porque "a abertura de resistência popular generalizada (intifada) nesta fase irá servir a questão do nosso povo." Ele disse, "a Autoridade Palestina deve parar todas as formas de cooperação com Israel - seja a economia e ou a segurança - e trabalhar para a reconciliação entre os palestinos".

Barghouti, que foi preso em Ramallah, durante a Operação Escudo Defensivo(Homat Magen), foi um dos líderes da segunda Intifada e um dos seus autores. Ele conclamou a "Resistência Popular" violenta, combinando-a com a ação diplomática. "Temos que entender que não há parceiro para a paz em Israel enquanto os assentamentos dobraram ou aumentaram várias vezes", disse Barghouti . "O direito dos palestinos a resistir à ocupação por todos os meios e modos nas áreas de resistência e de retorno as terras de 1967."

Além disso, o líder da Tanzim pediu boicote completo de todos os produtos israelenses - tanto oficial quanto popular - apoiando os produtos palestinos. Barghouti também se referiu aos esforços da AP para o reconhecimento diante do Conselho de Segurança da ONU. Ele disse que, se estes esforços não vão dar frutos ", devemos nos dirigir à Assembléia Geral e do restantes de suas agências. Além de boicote econômico, ele convoca os países árabes para que façam o mesmo.

Barghouti foi um ex-líder da linha militante no inicio e empurrou para realizar ataques terroristas contra os israelenses no Ocidente. Em Janeiro de 2002, durante a operação Homat Magen, ele, que costumava pedir aos jovens palestinos para cometer atentado suicida por sua pátria, entregou-se as Forças de Defesa de Israel sem a menor resistência, demonstrando grande covardia.

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