O Anjo da Morte Usa Tênis Branco na Siria

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Após os tanques fazerem o trabalho destruindo as aldeias na Síria, os jovenscom a imagem tatuada de Assad em seus braços e seu fuzis Kalashnikovs descem para completar o trabalho sujo. Eles entram na aldeia, cortam as gargantas de mulheres e crianças ou simplesmente os esmagam com golpes até à morte.

Depois de satisfeitos em sua carneficina, eles carregam, por vezes alguns dos corpos para despistar o que aconteceu lá. O Massacre.

Esta milícia de bandidos jovens que fazem o trabalho sujo de Assad tão efetivamente é arrepiante. De acordo com testemunhos e sobrevivents, seu papel está crescendo desde o início do levante contra Bashar Assad, há 15 meses.

Na quarta-feira eles entraram na vila sunita de Al-Koviir, depois que os tanques tinham o seu efeito o seu trabalho. As linhas de telefone da aldeia foram cortadas para evitar uma possível chamada de socorro, enquanto os bandidos realizam a sua missão cruel. Os activistas da oposição dizem que as forças de segurança oficiais os leva até o local da chacina logo após o ataque dos tanques, de ônibus, e depois os libera para satisfazerem sua crueldade e amor pelo sangue derramado.

Cenas fortes, o exército Sírio e a Shabiha massacrando civis

Cerca de 80 pessoas foram brutalmente assassinados neste último massacre. A maioria de uma mesma família.

Os assassinos não fazem distinção entre homens, mulheres e crianças - eles cortam as gargantas de um e atiram em outros.

Todos estão ligados a família de Assad "Eles são como monstros", diz Dr. Musab, um médico que as vezes é obrigado a cuidar deles em sua resposta a repórter Azawi do Daily Telegraph britânico. Eles são todos altos e assustadores, muito musculosos, com uma barriga grande e uma barba farta.

Eles tomam esteróides para inflar seu corpo. A Clínica do Dr. Azawi ica localizada em Latakiya. Apesar da relutância e medo, às vezes não tenho escolha senão dar-lhes cuidados médicos. "Eu preciso conversar com eles como se conversa com criancinhas, pois a familia de Assad percebeu que para este tipo de milícia é muito bom recrutar pessoas com baixa inteligência. Isto é o que os torna tão assustadores, essa combinação de força bruta e lealdade cega ao regime."

Dez dias atrás, estes monstros bandidos assassinaram 108 pessoas sem distinção, 49 dos quais eram crianças totalmente inocentes. Eles iam de casa em casa, cortando as gargantas de mulheres e crianças, e atirando nos homens.

A três dias atrás, eles tiraram 12 homens de um ônibus que transportava trabalhadores para uma fábrica em Kosiir, amarraram suas mãos atrás das costas e atiraram na cabeça deles, simplismente por serem sunitas.

A milícia de calçados brancos a caminho de mais um massacre

O mundo está agora conhcendo o quanto sanguinários eles são, mas na Síria, a brutalidade e crueldade deles já é conhecida há muito tempo. A milícia brutal foi criada por membros da família de Assad, em Latakia, uma cidade praiana da Síria. Inicialmente, os jovens, a maioria membros da minoria Alawite que governa o país, envolvida principalmente no contrabando de armas e mercadorias para e do Líbano. Os primos de Assad ficaram muito ricos, carregando armas abertamente, carros de luxo, Mercedes com vidros escurecidos e chamavam a si mesmos "Shabiha" - Fantasma em árabe. O nome pegou e o grupo juvenil cresceu lentamente - lentamente o negócio de crime insignificante foi se espalhando para outras áreas. O regime fechou os olhos para o crime e, em troca tornando-se bom se tornaram uma força fiel a família Assad.

O Presidente Hafez al-Assad, o pai de Bashar, descobriu o potencial. Os bandidos jovens eram enviados para as ruas para cortar pela raiz qualquer manifestação de oposição ao regime, ninguém tinha imaginado a revolta deste últimos mêses. "Eles estavam quebrando braços e pernas", diz o Telegraph, "Salame, que é da família Allawi, ela têm amigos e primos na melícia Shabiha. "Eles usam roupas comuns, não uniformes", explica ela, "Para que eles possam aparecer na televisão como o resto dos cidadãos".

Uma vez que o jovem Assad chegou ao poder em 2000, aumentou icentivo e o pedido aos assassinos, como uma forma para fortalecer o seu poder, e o regime repressivo da minoria Alawi no país, onde a maioria absoluta é de orígem sunita. Os Alawites compõem somente cerca de 12 por cento da população da Síria. Eles sempre foram perseguidos pela minoria sunita, até que o colapso do Império Otomano mudou a situação. As tropas francesas ocuparam a Síria e os soldados precisavam de apoio leal para os proteger contra uma insurgência sunita, foi assim que a França incentivou os alauítas, que estavam contentes de ter a oportunidade de se vingar dos sunitas - depois de longos anos de opressão.

100 dólares por dia é o que recebe um membro da milícia para realizar o trabalho sujo.

Assad explora esta injustiça histórica para reforçar a lealdade do grupo. Os bandidos jovens, muitos deles recrutados nas academias, cultivam uma confiança cega aos seus líderes locais, os chamado-os de O chefe, ou O Tio. Sua fonte de financiamento é desconhecida. Alguns acreditam que o financiamento provém de um rico empresário associado à elite Alawite. O dinheiro não é problema, um bandido destes pode ganha entre 100 a 200 dólares por dia "- uma fortuna em termos da Síria.

Até mesmo o primo do presidente, Rimon Assad, desempenha um papel fundamental na milícia, apesar de o governo ter o cuidado de negar as ações assassinas que executam. Quando os protestos chegaram as ruas de Damasco, no início deste ano, os membros da Shabiha falaram abertamente e marcharam com grandes faichas e cartazes de apoio: "Assad, nós sempre seremos a sua Shabiha(orgulho), e "Assad, o seu nome está gravado em nossa Kalashnikov. A julgar pelo medo das ruas o trabalho desta milícia está fazendo o esperado. Os sobrevivente dos massacre dizem que os agressores não são do exército, por causa dos calçados, no exército os homens usam botas pretas, mas os jovens estão fazendo os massacres usam tênis branco.

Para os cidadãos da Síria, estes tênis brancos estão se transformando em um espetáculo aterrorizante, invadindo as aldeias juntamente com os tanques. Hoje na Síria diabo veste tênis branco.

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