O Museu do Holocausto contra o governo de Israel e da Polônia

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Após uma declaração problemática da Polônia, meses atrás de que seu governo e povo não teria tomado parte da perseguição e assassinato de judeus, o Estado de Israel e muitas outras autoridade mundo a fora se levantaram contra o que chamaram de uma lei que tenta caiar a história sangrenta do país durante o holocausto.

A Polônia tentou varrer para debaixo do tapete da história fatos que não podem ser negados, e tentou lançar toda a culpa apenas na Alemanha nazista. Infelizmente a correção que foi proposta no último dia 17 d e Julho como uma proposta que visava agradar gregos e troianos, estava muito longe da verdade.

Agindo erroneamente tanto o Primeiro Ministro de Israel quanto o Primeiro Ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, pecaram contra a memória dos judeus que foram assassinados na polônia, muitas vezes por mãos polonesas ou entregues ao nazistas com prazer pelos poloneses cristãos e ateus. Além disso a declaração de apoio dos dois primeiros ministros ferem a memória dos verdadeiros heróis durante o holocausto, aqueles que são chamados no Museu do Holocausto de os "justos do Mundo".

Os Justos dos Mundo são homens e mulheres, poloneses, alemãs, ingleses e até mesmo brasileiros, pessoas de todas as nações que não recuaram mesmo diante do perigo de serem mortos como cúmplices dos judeus. Eles arriscaram suas vidas em favor de resgatar os judeus dos crematórios e das câmaras de gás. A investigação histórica feita por muitos historiadores e pelo Yad Vashem, o Museu do Holocausto em Israel revelou que de fato, o governo da Polônia que estava exilado na Inglaterra, e aqueles que o representavam na Polônia ocupada pelos nazistas não somente entregaram os judeus quanto faziam questão de persegui-los, afim de levar cabo a política de limpeza étnica que estava acontecendo. Com certeza houveram poucos que realmente fizeram algo significativo para evitar o extermínio dos judeus, mas isto é uma gota no oceano da maldade que imperava tanto na Alemanha quanto na Polônia.

A nota divulgada pelo Museus do Holocausto demonstra que a decisão de divulgação e apoio de ambos os primeiros ministros é um pecado contra aqueles que lutaram bravamente contra a iniquidade que imperava naqueles dias sombrios. Minha esperança é que Benjamin Netanyahu volte atrás em seu apoio nesta falsa correção na lei polonesa que visa simplesmente cair a história negra de seu passado não muito distante. Um povo que está fundado na mentira, está fadado a repetir os erros do passado.

Desde Sião, Miguel Nicolaevsky

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