ONU – Chefe dos Direitos Humanos, a Jordaniana Rima Khalaf se demitiu

O novo Secretário-Geral da ONU, Antonio Gotrs, aceitou a renúncia da sub-secretária geral que dirige o Comité Económico e Social das Nações Unidas para a Ásia Ocidental. foi o que declarou o porta-voz, Stefan Doz’rik aos meios de comunicação.
 
Ele ainda explicou que a razão para a intervenção do relatório do Secretário-Geral contra Israel e não seu conteúdo, mas seu processo de publicação. “O Secretário-Geral não pode permitir uma situação em que o sub-secretário-geral ou quaisquer outros oficiais das Nações Unidas deve dar-lhe um relatório antes de publicar um relatório intitulado sob as Nações Unidas, como o símbolo da ONU, sem consultar com os departamentos relevantes e até mesmo com relação a si mesmo “, disse o porta-voz da ONU.

Esta é a primeira vez que há uma mudança no rumo das decisões na ONU, a organização que estava sem pé e sem cabeça tinha relatórios sendo publicados sem o conhecimento da pessoa mais importante na organização, o Secretário Geral. Tudo indica que não somente a questão burocrática levou a demissão, mas provavelmente pressão do governo americano. Ora, justamente, a chefe dos direitos humanos era uma jordaniana anti-semita que fazia de tudo para denigrir a imagem do Estado de Israel e do Povo de Israel. Ao invés de cuidar de relatórios onde países como a própria Jordânia, a Síria, a Arábia Saudita, o Egito e alotas é quase infinita de países árabes que violam dezenas ou centenas de vezes por dia os direitos humanos, mas nenhum dele foi “agraciado” com um relatório, ao contrário, nos últimos anos relatórios agressivos foram feitos somente contra o Estado de Israel que é o único a defender minorias em seu território.

A hipocrisia dos governantes o políticos árabes e muçulmanos estava transbordando mas parece que este dilúvio de terrorismo de incitação camuflado vai ser finalmente controlado de seu desenfreio exacerbado.

Rima Khalaf fez muito bem de se demitir, agora ela vai ter que voltar para o seu país e cuidar de não ser morta por um de seus cidadãos jordanianos que odeiam mulheres que estão ocidentalizadas como ela.

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