Para onde iremos depois que morremos, para o Hades ou para o Paraíso?

Gostaria a Lidia de nosso grupo de bate papo que levantou esta questão sobre o estado da alma logo após a morte do indivíduo, e a todos os outros participantes pela paciência em aguardar minha resposta. Sei que em assuntos como esse jamais podemos ter a última palavra no assunto, pois há somente um que realmente esteve do outro lado e conhece todos os detalhes a respeito, Yeshua Hamashiach. Ora, creio que carecemos de detalhes não porque Adonai não nos quer revelar, mas porque ELE sempre nos revela o que realmente é necessário que saibamos.

Então segue o resultado na rápida pesquisa que fiz em textos relacionados ao assunto. Muito importante antes de mais nada que utilizei somente a Bíblia, o Tanach(VT) e a Brit Hahadasha(NT). Apesar de ter acesso a todo tipo de comentário rabínico, ao Talmud, Gemará e também os principais comentários cristãos desde o pais da Igreja até a era moderna, creio que o mais sábio que temos a fazer é nos deter no que as Escrituras Sagradas nos concede.

Realmente a Palavra de Adonai não nos revela muito. Muitos se baseiam na parábola do Rico e Lázaro, mas isto pode se tornar uma cilada. Pois se analisarmos as Escrituras Sagradas veremos que as parábolas, não vou ousar dizer todos, mas quase todas eram alegóricas. Quando digo alegóricas não tenho a intenção de dizer que elas não aconteceram, tenho a intenção apenas de dizer que o objetivo não era nos das uma ideia de algo histórico, como por exemplo, o caso do filho pródigo. O filho pródigo é uma ótimos exemplo para isso, bem como a das virgens, pois elas ilustram princípios espirituais, a intenção não é dizer que em algum momento um filho desnaturado pediu a herança antes do pai morrer, declarando-o como morto. Mas sim nos ensinar sobre muitos valores divinos condensados em uma só parábola. Amor, perdão, aceitação, redenção, etc. etc. Conforme o texto de Eclesiastes afirma, os mortos não sabem nada por exemplo, pode também não ser literal. A palavra mortos para Yeshua tinha dois sentidos. "Deixem os mortos enterrar os seus mortos" no ensina isto. Conforme citei acima, se Yeshua disse ao ladrão na cruz: Ainda hoje estará comigo no paraíso, então o "sono" do ladrão foi de apenas alguns instantes. Mas prefiro crer que não houve na realidade sonho. Talvez você esteja se perguntando então sobre o Livro de Apocalipse onde está escrito:

“Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.”
Ap. 6:9 ALMEIDA

Ora sabemos que o Livro do Apocalipse é o livro mais alegórico de todos. Isto não quer dizer que de fato as almas dos mortos em Yeshua não estão debaixo do altar, mas se eles morreram em Yeshua, eles não estão mortos, eles estão vivos. O texto é claro, eles morreram por causa, mas não necessariamente estão mortos. Afinal de contas, se foram salvos estão no mesmo status de salvos como o Ladrão da cruz, ou seja, vivos na presença do Eterno. Esta ilustração maravilhosa do Apocalipse não necessariamente nos ensina uma cronologia de acontecimentos celestiais, a intenção aqui é nos ensinar que mesmo que pareça que o juízo do Eterno é tardio, sua chegada é iminente, e qualquer adiamento tem na realidade a intenção de salvar mais.

Agora vamos para a cultura da antiguidade, em Grego Hades e em Hebraico Sheol tem praticamente o mesmo significado. É a morada dos mortos, não é céu ou inferno, é um lugar onde os mortos aguardam o juízo final. Então talvez você me pergunte como explicar isso. Pois bem, aí vai. Na cultura antiga tanto o Hades quanto o Sheol também significa habitação dos mortos mas também o próprio lugar de sepultura, como entendemos isso? Veja o texto a seguir:

“Filho meu, se os pecadores te quiserem seduzir, não consintas. Se disserem: Vem conosco; embosquemo-nos para derramar sangue; espreitemos sem razão o inocente; traguemo-los vivos, como o Seol, e inteiros como os que descem à cova”
Prov. 1:10–12 ALMEIDA

Este texto reforça ainda mais o que escrevi acima:

“revendo isto, Davi falou da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no hades(sepultura, cova, abismo, etc), nem a sua carne viu a corrupção.”
Atos 2:31 ALMEIDA

O único texto que abre uma lacuna para o que foi levantado está aqui:

“Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito; no qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão”
1 Pedro 3:18–19 ALMEIDA

O texto não deixa claro serem mortos, não está claro se a expressão prisão, a palavra neste caso é “φυλακῇ” em grego(filaki), ou seja, prisão. Isto não quer dizer que os mortos sem Yeshua realmente não possam estar no Hades. Talvez isto explique o abismo entre o Rico e Lázaro. O Rico estava no Hades aguardando o Juízo, porém Lázaro não aguardava o Juízo, ele já estava no seio de Abraão, ou seja, no Jardim do Éden. No mesmo dia em que morreu, na presença do Eterno.

Ora, havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e todos os dias se regalava esplendidamente. Ao seu portão fora deitado um mendigo, chamado Lázaro, todo coberto de úlceras; o qual desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as úlceras. Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico, e foi sepultado. No Hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e envia-me Lázaro, para que molhe na água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que em tua vida recebeste os teus bens, e Lázaro de igual modo os males; agora, porém, ele aqui é consolado, e tu atormentado.

Lucas 16:19–25 ALMEIDA

O que reforça ainda mais o fato de que os justos vão para paraíso no momento em que morrem é justamente a expressão "agora, porém, ele aqui é consolado, e tu atormentado", como podemos ver a seguir:

E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.

Mateus 25:46 ALMEIDA

E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.

Daniel 12:2 ALMEIDA

Estes dois textos estão em sintonia com o ensinamento de Yeshua na cruz quando ele disse ao ladrão:

Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.

Lucas 23:43 ALMEIDA

É muito importante notarmos que em Mateus25:46, Yeshua não está falando de uma parábola, mas escatologicamente sobre as bases de sua vinda. Jesus está falando sobre o resultado do julgamento que haverá em sua manifestação. Portanto, o contexto aqui é realmente sobre o destino daqueles que viverão com ELE e sem ELE. Daqueles que amaram mais suas vidas do que Adonai. Daqueles que escolheram viver servindo-o e dos que escolheram servir somente a si mesmo.

Em resumo, com certeza ainda ficaremos com muito mais perguntas do que respostas. Creio que temos muito que aprender com as ilustrações bíblicas e estarmos atentos somente a ter um real relacionamento com o Eterno. Não descansarmos pensando que chegamos a estatura, ou que já garantimos uma passagem para a nova Jerusalém. Realmente devemos nos preocupar em servi-lo de todo coração, examinando-nos diariamente, estando abertos e sensíveis ao mover do Ruach Hakodesh(O Espírito Santo).

Com vocês a minha gratidão por poder compartilhar, desde Sião,

Miguel Nicolaevsky, diretor do Cafetorah e do Ministério Palavra de Sião

 

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9 respostas
    • Sindronio Lagos
      Sindronio Lagos says:

      O FUTURO JUÍZO DE DEUS;

      FONTE: http://www.chamada.com.br/mensagens/futuro_juizo.html

      Foto: beninfreo
      O FUTURO JUÍZO DE DEUS
      Thomas Ice
      “Exultai sobre ela [Babilônia], ó céus, e vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus contra ela julgou a vossa causa” (Ap 18.20).
      “Se, de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts 1.6-8).
      Recentemente, completei o ensino do Livro do Apocalipse.[1] Algo que realmente captou a minha atenção por todo o livro foi a ênfase nas criaturas de Deus que se regozijam e reconhecem a justiça do juízo de Deus durante toda a Tribulação e na Segunda Vinda. Por todo o Apocalipse existe um sentimento de que a intervenção do juízo de Deus na história, quando ela finalmente ocorre, já deveria ter acontecido há muito tempo. Entretanto, creio que muitos de nós freqüentemente consideramos triste o futuro juízo de Deus sobre aqueles que receberão Seus severos golpes. Mas esta não é a atitude defendida no céu quando aos crentes é declarado que se regozijem, em Apocalipse 18.20.
      O Juízo Futuro
      O apóstolo Paulo começa sua terceira epístola, a saber, a Segunda Carta aos Tessalonicenses, falando também do futuro juízo. O contexto, como em Apocalipse, é o da perseguição de seus companheiros crentes no Senhor Jesus Cristo. Diz Paulo: “Nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus, à vista de vossa constância e fé, em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais” (2Ts 1.4). Estes gregos crentes estavam sofrendo por causa de sua fé, dois mil anos atrás, nas mãos dos incrédulos; todavia, eles eram fiéis ao Senhor em suportarem essas aflições. Esta passagem nos ensina que tal perseguição pelos incrédulos será, no mínimo, parte da base do futuro julgamento vindo de Deus. “Resistir a pressões presentes demonstra a justiça do futuro juízo de Deus”.[2]
      F. F. Bruce faz eco a este pensamento: “O fato de que eles estejam suportando perseguição e aflição por amor a Cristo é uma prova segura do justo juízo de Deus, que será vindicado neles e em seus perseguidores no Advento de Cristo”.[3] J. N. Darby observa corretamente que o juízo para os incrédulos estava chegando: “‘O dia do Senhor’ estava vindo do Senhor em juízo; mas Ele não estava voltando para fazer os dEle sofrerem – era para punir os perversos”.[4] Isto estabelece o cenário para o capítulo dois, quando Paulo argumenta que o dia do Senhor ainda não havia vindo.

      Paulo continua no versículo 6 ao observar que a justiça retribuidora é necessária quando Deus [dá] “em paga tribulação aos que vos atribulam” (2Ts 1.6). A mesma raiz da palavra na língua grega é usada em suas formas verbal e nominal. “Tribulação” (ou aflição) é a forma substantiva enquanto que “atribulam” (ou afligem) é a forma verbal usada como uma partícula substantivada. A forma substantivada desta raiz é a palavra usada no Novo Testamento para o termo “tribulação” e poderia ser uma referência àquele período de sete anos da história. Robert Thomas observa:
      Thlipsin é uma palavra geralmente traduzida por “tribulação”. É a sina atual dos cristãos passarem por tribulações (v. 4; 1Ts 3.4). Para o restante do mundo, entretanto, a tribulação será futura e muito maior em intensidade (Mt 24.21; cf. Ap 3.10). Em sua primeira epístola à Igreja de Tessalônica, Paulo descreveu esse período em relação à sua fonte – isto é, a ira de Deus (1Ts 1.10; 1Ts 2.16; 1Ts 5.9). Mas aqui ele fala do ponto de vista das circunstâncias que tragam as vítimas.
      Depois que o período de tribulação tiver passado, será negada, a esses causadores de problemas, a entrada no reino messiânico, o qual acolheu os fiéis seguidores de Cristo (v.5; Mt 25.41,46).[5]
      No versículo 7, que fala da Segunda Vinda como trazendo alívio, vemos uma conexão com Apocalipse 18.20 e o regozijo da criação de Deus uma vez que Ele já julgou a maldade. Vemos dois objetos de Sua ira no versículo 8: primeiro, “os que não conhecem a Deus” e, segundo, “os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus”. Estas são as fontes de perseguição para os crentes da presente era da Igreja, mas o Arrebatamento da Igreja trará alívio para todo o corpo de crentes da era da Igreja, o que também resultará no derramamento da ira de Deus sobre os que rejeitarem o Evangelho.
      Os incrédulos não experimentarão apenas a ira de Deus durante a Tribulação, pois o versículo 9 nos diz que eles também “sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder”. “É irônico que aqueles que rejeitarem a Deus receberão como punição a rejeição de Deus”, considera Michael Martin. “Isto implica em que a chamada liberdade da influência de Deus, que os rebeldes desejam, não é liberdade, mas condenação. É um banimento infernal da única e verdadeira fonte de bondade e bênção”.[6] No versículo 10, vemos que a Segunda Vinda de Cristo não apenas revelará a glória de Deus, mas servirá para Ele “ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram”. Esta mesma resposta é o que vemos no Apocalipse quando o céu, ou seja, anjos e crentes, maravilha-se e se regozija pelo julgamento dos habitantes da terra e pela elevação do Senhor Jesus Cristo a Seu lugar de direito para governar.
      O Julgamento é Realizado pelo Filho
      Em João 5.22-23a, Jesus nos diz: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento, a fim de que todos honrem o Filho do modo por que honram o Pai”. Esta passagem revela que, embora o Filho será o agente do julgamento na história, dentro das funções das Pessoas da Trindade, o Filho e o Pai têm o mesmo padrão de justiça porque eles são o mesmo Deus. Jesus continua, dizendo: “Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo. E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem” (Jo 5.26-27). Jesus, que é o Filho do Pai dentro da Trindade, também é o Filho do Homem e relacionado com a humanidade. Assim, como Deus-Homem, Jesus será o agente julgando a humanidade porque Ele é tanto Deus quanto Homem. Portanto, Ele será capaz de avaliar a humanidade com perfeita justiça.
      Romanos 12.19 diz: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor”. Paulo cita Deuteronômio 32.35 nesta passagem. Moisés diz no versículo seguinte: “Porque o Senhor fará justiça ao seu povo e se compadecerá dos seus servos” (Dt 32.36). Tanto em favor de Israel quanto em favor da Igreja, o Senhor tomará vingança e o fará com justiça e retidão. Em Romanos, Paulo argumenta, no capítulo 13, que os crentes deveriam geralmente obedecer às autoridades civis, porque Deus estabeleceu o governo civil como Seu instrumento, através do qual Ele toma vingança nesse ínterim – entre o julgamento do Dilúvio e o julgamento em Sua Segunda Vinda. Este é um instrumento que Ele usa para refrear o mal até a Tribulação, quando o homem da iniqüidade liderar uma rebelião cooperada contra Deus, resultando em Sua direta intervenção por toda a Tribulação e culminando no Segundo Advento.
      Conclusão

      Um crente no Senhor Jesus Cristo não tem que se tornar amargo ou irritado por causa da injustiça que alguém possa ter cometido contra ele, porque o próprio Jesus um dia trará perfeita justiça a este mundo pecaminoso.
      A Bíblia ensina que uma das maneiras através da qual podemos demonstrar nossa confiança em Deus e em Seu plano para a história é permitindo que Ele tome conta dos males que experimentamos durante toda a nossa vida no processo de servir ao nosso Salvador. Assim como a perseguição e, finalmente, a morte de Cristo foram tão erradas e injustas, tem havido milhões de injustiças semelhantes perpetradas contra o povo de Deus desde então; mesmo assim, devemos esperar pelo dia dEle, quando endireitará todos os erros e se vingará dos malvados. Isto não significa que, quando um crime é cometido contra um crente, a justiça por meio das autoridades civis não deva ser procurada. Deve! Contudo, com muita freqüência as autoridades se corrompem e devemos esperar que o Juiz do mundo inteiro coloque as coisas nos devidos lugares. A prova principal seria o erro de justiça cometido pelo governo civil na morte de Cristo.
      Um dos pontos principais destas passagens que verificamos é que um crente no Senhor Jesus Cristo não tem que se tornar amargo ou irritado por causa da injustiça que alguém possa ter cometido contra ele, porque o próprio Jesus um dia trará perfeita justiça a este mundo pecaminoso. Ele endireitará todas as coisas. Em vez disso, quando nos fizerem mal ou nos perseguirem por causa de Cristo, poderemos responder com o amor e a graça que Deus em Cristo já nos mostrou na redenção. Temos oportunidade de mostrar-lhes o amor de Cristo. Diz Paulo: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21). Como fazemos isso? Como diz o versículo anterior, devemos ser gentis e benignos para com nossos inimigos, tentando satisfazer-lhes as necessidades. Que maravilhosa salvação temos em Cristo! Ele nos salvou enquanto éramos Seus inimigos e agora nós tratamos nossos inimigos da mesma maneira que Cristo já nos tratou. Maranata! (Thomas Ice – Pre-Trib Perspectives)
      Notas:
      O download de uma gravação em MP3 pode ser feito no seguinte endereço: http://cbcomaha.org/sermons/ (em inglês).
      (Ênfase original) Robert L. Thomas, “2 Thessalonians” [2 Tessalonicenses], in Frank E. Gaebelein, ed., The Expositor’s Bible Commentary: Ephesians through Philemon [O Comentário Bíblico do Expositor: de Efésios a Filemon], Vol. 11 (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1981), p. 308.
      F. F. Bruce, “1 and 2 Thessalonians” [1 e 2 Tessalonicenses], in David A. Hubbard, Glenn W. Barker, and Ralph P. Martin, eds. Word Biblical Commentary [Comentário Bíblico Word], Vol. 45 (Dallas: Word, 1998), p. 149.
      John Nelson Darby, “Colossians to Revelation” [Colossenses a Apocalipse], in Synopsis of the Books of the Bible [Sinopse dos Livros da Bíblia], 5 vols.,(Winschoten, Netherlands: H. L. Heijkoop, 1970), vol. 5; p. 115.
      Thomas, “1 and 2 Thessalonians”, p. 310.
      Michael D. Martin, 1, 2 Thessalonians: The New American Commentary [1 e 2 Tessalonicenses: O Novo Comentário Americano], Vol. 33 (Nashville: Broadman & Holman Publishers, 1995), pp. 213–14.”( FONTE: http://www.chamada.com.br/mensagens/futuro_juizo.html).

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  1. PAULO OROZIMBO DE MESQUITA
    PAULO OROZIMBO DE MESQUITA says:

    O que muitos não consideram é a seguinte situação:
    1) O céu deveria ser igual para todos os salvos. Por exemplo: O céu do salvo Assembleia de Deus deveria ser igual ao céu para o salvo Metodista, que deveria ser igual ao céu do salvo Adventista, que deveria ser igual ao céu do salvo judeu ortodoxo, e assim por diante.
    2) Acontece que algumas destas pessoas (de cada corrente religiosa) tiveram a experiência de morrerem e irem para o céu e depois ressuscitaram. O interessante disto tudo é que cada pessoa de cada corrente religiosa narra o céu de uma maneira totalmente diferente uma das outras.
    Por exemplo, um Assembleia de Deus que morreu e foi para o céu, narra o céu na perspectiva da doutrina da Igreja Assembléia de Deus. Um Pastor coreano que prega a teologia da prosperidade que morreu e foi para o céu, narra o céu na perspectiva do que ele prega e ensina na sua igreja. E agora um judeu ortodoxo que morreu foi para o céu e ressuscitou narra o céu dentro da perspectiva do judaísmo ortodoxo.
    Então, fica a pergunta: O céu é igual para todos ou ele é diferente de acordo com a perspectiva e doutrina de cada religião. SERÁ QUE O CÉU NÃO SERIA A PROJEÇÃO DO SUBCONSCIENTE?
    O QUE LIGARES NA TERRA, SERÁ LIGADO NO CÉU?? – MATEUS 18:18.

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    • Aurea
      Aurea says:

      Para mim o Eterno pode até permitir que sejam visto o reino de acordo com as perspectivas de cada um, creio que deva ser para que possamos discernir, como que criança aos poucos difundindo em nós a realidade celestial. O céu é aonde ADONAI está. YESHUA disse: Que o reino não seria aqui, ali ou acola, mas que é dentro de nós. João viu a cidade santa, suas portas, inscritas o nome das doze tribos de Israel e os fundamentos 12 pedras preciosas e nelas escritas os 12 nomes dos discípulos de YESHUA, que representa as duas alianças e seus conceitos de valores para Israel e a humanidade. O reino o céu é, e estam arrolados nestes valores e conceitos destas duas alianças. Não importa a aparência de visões e sonhos, mas nas verdades implícitas nestas duas aliança. Assim creio.

      Responder
    • Solange
      Solange says:

      Para mim o Eterno pode até permitir que sejam visto o reino de acordo com as perspectivas de cada um, creio que deva ser para que possamos discernir, como que criança aos poucos difundindo em nós a realidade celestial. O céu é aonde ADONAI está. YESHUA disse: Que o reino não seria aqui, ali ou acola, mas que é dentro de nós. João viu a cidade santa, suas portas, inscritas o nome das doze tribos de Israel e os fundamentos 12 pedras preciosas e nelas escritas os 12 nomes dos discípulos de YESHUA, que representa as duas alianças e seus conceitos de valores para Israel e a humanidade. O reino o céu é, e estam arrolados nestes valores e conceitos destas duas alianças. Não importa a aparência de visões e sonhos, mas nas verdades implícitas nestas duas aliança. Assim creio.

      Responder
  2. Junior Perira
    Junior Perira says:

    O homem foi feito do pó da terra, o Senhor soprou em suas narinas o fôlego e este passou a ser alma vivente um individuo vivo. A junção do imaterial (folego) com o material (corpo) tornou o homem vivo, capaz de interagir não só no mundo físico mas espiritual também. Para que o ser humano interaja, conversar, pensar, sentir, apalpar, etc é necessário o corpo, por virtude das faculdades mentais, da língua, do sistema nervoso etc. Então vem a pergunta: Como o ser humano pode falar após morte, se o corpo, ferramenta necessária para tal, fica na terra sepultado? Lucas 16 parábola do Rico e Lázaro, e Apocalipse 6:10 cai por terra, o ocorrido se da apos morte, sem corpo, no além, hades… Só nos tornaremos conscientes outra vez após a ressurreição… Jesus então assegurou-lhe: “O teu irmão ressuscitará!” E Marta lhe disse: “Eu sei que ele vai ressuscitar (tornar a vida novamente) na ressurreição, no último dia.” Jo 11: 23,24 A junção do folego com o corpo torna o homem vivo, capaz de executar todas suas funções de individuo vivo, separou o folego do corpo (morte) sessam todas essas habilidades. Estar no paraíso, seio de Abraão, é estar na mesma condição do patriarca, na mesma garantia expressada por Davi: Estando mortos não ficaremos na morte, mas ressuscitaremos… Ele não deixará nossa alma no hades…

    Responder
  3. Rosimara Bizinotto
    Rosimara Bizinotto says:

    Eu creio que ao morrermos voltamos para o pó e aguardaremos a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo, para então juntos subirmos com Ele. Não tem como acreditar que já existem pessoas no paraíso e outras no hades, pois se já vão pra o inferno não há razão para o juízo final! ninguém está desfrutando do paraíso, seria injusto estarmos sofrendo aqui e outros se deleitando antecipadamente, Deus é perfeito e perfeito Seu julgamento e juízo! A paz a todos!

    Responder
  4. Marlene R. J . Braun
    Marlene R. J . Braun says:

    Não entendo porque muitos falam que vão morar no céu , porque na oração do Pai nosso oramos ; venha o teu reino . E em Isaias 65 e 66 fala dos novos céus e nova terra , porque tudo se fez novo . 65 ; 17 e 66 ; 22 e o seol vai estar na terra como um lixão e todos verão os corpos dos mortos e seu bicho que nunca morrerá 66 ; 24 . Não existe provas que os salvos vão para o céu . Quando o Messias disse na casa de meu Pai estava falando de Jerusalém , vários profetas profetas falaram da casa que é chamada pelo nome do Criador que blasfemaram para Jerusalém ,, más o nome da cidade tem o nome do Pai . Daniel orou pela cidade do Pai por causa da desolação e do povo que é chamado pelo nome do Pai . A cidade que era para ser uma cidade santa esta cheia de coisas pagãs , más esta chegando o momento de purificar tanto seu povo como a cidade santa . Já tentei compreender o que os cristãos pregam que vão para o céus enquanto o povo do Criador vai ficar sofrendo a grande tribulação , más não tem fundamento . Oséias 2 ; 17 o profeta diz que o Pai vai tirar os nomes de baalins e não mais se lembraram . Muitos acham que o Criador vai fazer novos céus e nova terra porque então não vai tirar seu povo e deixar aqueles qe querem destruir a terra a destruir ? Porque viu que tudo que fez era bom e vai destruir os que destroem a terra . O problema é que a maioria joga tudo para o Espiritual como a teoria da substituição . que o Pai rejeitou Israel e agora a igreja é Israel . Cada qual tem sua profecia , para Juda as 2 tribos para Israel as 10 tribos e para os gentios . das 2 nações vai se tornar uma Ezequiel 37 ; 16 a 22 . Os gentios também tem promessa . Más o Messias disse não vim senão para as ovelhas perdidas de Israel . Por isso esta buscando seu povo nos 4 cantos da terra .

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